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domingo, setembro 23, 2012

avenida Isidora Goyenechea, bairro Las Condes, em Santiago

Artistas plásticos ganham espaço nos bancos da bela avenida Isidora Goyenechea, bairro Las Condes, em Santiago.  Cada banco tem uma plaquinha com o nome da obra e do artista













sábado, setembro 22, 2012

Ilha de Chiloé - Chile


Ainda sobre a Ilha de Chiloé. Aqui fala-se de Caleuche, um grande navio fantasma navegando pelos mares em torno de Chiloé. Ele aparece como um navio à vela com luzes e sons de uma festa a bordo, mas rapidamente desaparece novamente escondendo submersa. Seria tripulado pelos afogados, que são levadas ao navio por três figuras mitológicas Chilote, duas irmãs: a Sirena chilota (um tipo de sereia) e o Pincoya e seu irmão, o Pincoy
Chiloé,  terça,  18 de setembro de 2012

A poeta chilena Gabriela Mistral escreveu em El Mercurio, em 20 de setembro de 1936: "En el Sur de Chile, donde el mapa pinta con mancha redondeada a Chiloé y su séquito de islas, y más abajo, hasta donde salta el suelo firme de la Patagonia, las aguas son casi todo y la tierra muy poca cosa. Corren no lejos unos ríos grandes que se llaman Bueno y el Maullín, y el mar, hace su antojo desmenuzando la cordillera, dando archipiélagos que no se cuentan y tajando penínsulas y fiordos. Los espíritus del agua son más que los terrestres y ponen en jaque a chilotes y patagones. Cuando la noche se cierra completamente como un arca, y se hace tan larga que parece no querer acabar nunca, los viejos y los niños chilotes, o ambos, en torno, cuentan todo lo bien que saben contar la historia "de veras" del "Caleuche, Buque de artes". El Caleuche es un barco pirata, es decir, un forajido del agua noble, que para cumplir mejor sus aventuras corre millas y millas por debajo de ella, tan escondido que en semanas y meses se le pierden las trazas y parece que ya se ha muerto o ha dejado por otro el mar de los chilotes. El mar ha pactado con él desde todo tiempo y le cumple el convenio de esconderle al igual que sus madrépoas y sus últimos peces de pesadilla. Pero de pronto, en la noche más sola de aquellas del Sur, el Caleuche saca entero su cuerpo de ballena y corre un buen trecho a ojos vistas, navegando a toda máquina (que las tendrá), casi volando, sin que pueda darle alcance ni barco ballenero ni pobrecita lancha pescadora a los que se le ocurra seguirlo. Aquello que corre, a la vista de los pescadores locos de miedo, es un cuerpo fosforescente, de proa a popa, sin velas, que de nada le servirán, cuya cubierta pulula de demonios del mar y una tribu de brujos asimilados a ellos. Y el todo, aperos y equipaje, ofrece un aire de festival o de kermesse, arrancada a la costa y que va por el mar corriendo una cita para solemnidad aún mayor. El Caleuche puede ser criatura por si misma y puede ser industria suma de los demonios hecha oro del mar, y cáñamos del mar, y azufres del mar, que lo convierten en organismo o fábrica de fuego. El Caleuche no se puede decir exactamente que es, por no parecerse a otra cosa que...al Caleuche. Puestos en el aprieto de definirlo, tartamudeamos negaciones. No es una ballena, aunque se le parezca en su maña para voltear las barcas de pesca, y "no" es un buque, aunque así lo digan sin otra razón que la de navegar válidamente y siempre. El Caleuche lleva consigo, pues la tripulación, que dijimos de demonios luminosos y de brujos "de gran parte". De los demonios no se sabe otra cosa que su índole contra-ángeles; de los brujos se sabe que llevan la cara vuelta hacia la espalda y la pierna izquierda torcida como la cara y además encogida; caminan la cubierta saltando sobre un pie y son esperpentos toda la vida".

Bellavista, Santiago, Chile


Fomos visitar o Cerro San Cristóbal . Já tínhamos estado por lá, em 2007.  Pegamos o metrô Los Leones (em frente ao Apart, Linha 1)  e  pegamos a linha 5 em  Baquedano.  O funicullar está em reparos, mas há um onibus que leva os turistas gratuitamente até o topo do Cerro onde se pode obter a melhor vista da cidade. Até chegar lá, andamos pela calle Pio Nono. No mesmo cerro funciona o 
 Zoológico (isso mesmo, o zôo funciona num morro). Ainda se pode conhecer a Casa de Pablo Neruda La Chascona (mas prefiro a casa dele em Isla Negra, onde está sepultado).  Na Pio Nono fomos tambem no Patio Bellavista
Esculturas no pátio Bellavista

Hotel Ibis - Santtiago

Como chegamos de madrugada em Santiago, preferimos pernoitar no Hotel Ibis Providencia
antes de partir para o Flat alugado. Esta é uma vista parcial da avenida Providencia vista
do sexto andar do hotel.  O bom do ibis é ser simples e funcional. E só tem brasileiro por lá.

Chegamos na época das Festas Patrias, uma especie de feriadão de quase uma semana
em que todos comemoram. Na foto, detalhe do café da manhã no Ibis, enfeitado com as
cores chilenas.
Nota para quem for levar notebook : teoricamente,  o aparelho cabe no cofre do quarto,
mas depois de fechado, a porta trava devido a espessura e não abre mais. O jeito é deixar
notebooks ou similares na portaria.

Apart em Santiago

Essa é a vista que tínhamos do nosso Apart Hotel no bairro Providencia, Santiago.
Pense nessa possibilidade de alugar um flat ao invés de se hospedar num hotel. Aqui foi como
se estivéssemos morando na cidade. Ficamos no Premium Tours Providencia . Fica praticamente em frente ao metro Los Leones. E com o metrô na porta, você
pode conhecer toda Santiago. Um apart também é ideal para um casal com um ou dois filhos. Mas lembre-se: você está num apart, não em um hotel. Ou seja, não espere um serviço de quarto 24 horas. No nosso caso, a cama e as toalhas eram trocadas todos os dias, exceto aos domingos.
Detalhe da sacada
Cozinha bem equipada.  
A sala e a sacada
Na nossa chegada, os administradores deixaram um lanche de boas vindas. 

Dinheiro em Santiago

Detalhe de uma agencia do banco Itaú, no bairro Providencia, Santiago. Tivemos um
problema no primeiro dia na cidade que quase nos deixou sem dinheiro. Explico: em tese,
poderíamos sacar em qualquer caixa eletrônico da cidade. Tínhamos acertado tudo no Brasil e
garantiram que não haveria problema.  Porém  é que poucos brasileiros são informados que no Chile usa-se apenas os quatro primeiros dígitos da senha.Quando você insiste na terceira vez com os seis digitos que normalmente usamos no Brasil, o cartão é travado.
Ligamos várias vezes para nossa agencia, tentando resolver o problema. Uma funcionária chegou
ao cumulo de perguntar se não poderíamos "dar um pulinho"  na agencia para desbloquear o cartão.
Resolvemos, então, conversar diretamente com uma gerente do Itaú em Santiago. Ela foi muito legal
e resolveu nosso caso. Demorou um pouco. Aliviados, prosseguimos nossa exploração por Santiago.
Dando uma fuçada pela internet, é possivel encontrar casos semelhantes.



Metrô em Santiago


 Assim que chegamos em Santiago, conseguimos um mapa no Ibis e outro no nosso Flat. Praticamente tudo fizemos por  metrô e o mapinha tem as linhas e as estações. Para andar de metrô, compramos a tarjeta Bip!,  à venda nas bilheterias das estações.  Detalhe: o Bip!  também funciona nos  ônibus. Eles não aceitam dinheiro, só o Bip! . Pela internet tambem é possivel usar o  o site do Transantiago .



E pelas estações, uma surpresa em cada uma delas. Já tinhamos admirado essas obras
quando estivemos na cidade em 2007. Agora pudemos apreciar com mais calma.
 Todas tem exposições permanentes com obrasde grandes artistas. 




sábado, setembro 08, 2012

No Caminho de Santiago


Desconhecidos intimos. Acabo de conhecer Joaquim e namorada. O sacarolha quebrou e arrisquei encontrar alguem no terraço do prédio. No meio da escuridão, aparece Joaquim. Encontro esquisito. Era eu de penetra numa festa pedindo um sacarolha emprestado. Não sabia como falar sacarolha em espanhol pra aquela turma.Fiz o gesto para que eles entendessem, mas depois achei que parecia algo meio obsceno. No final, tudo terminou num animado papo. E agora posso tomar o tal vinho...

Chegamos!

Acabamos de chegar ao Ibis da Av Providencia, em Santiago. São 3h38 da manhã.  O jeito é dormir para amanha partir para o flat que fica aqui perto. Sabado vamos conhecer as redondezas. Domingo, passeio
por diversos pontos do centro.