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sábado, 4 de agosto de 2012

Ave Maria...


Ave Maria
Rainha pura e ditosa dos homens pecadores
Santa radiosa dos céus.
hora doce e emocionante
Entre o dia que morre e a noite que surge.
As criaturas perdidas na inquietação que invade a Terra,
Olham o firmamento ansiosas pela luz das estrelas
Que começam a invadir a imensidade

Ave Maria
Paz e recolhimento para os Espíritos
Conforto e esperança para as almas
O homem dobra os joelhos, abranda a sua ira, esquece os seus sofrimentos
E abre o seu coração nesta hora terna de piedade e de recolhimento
O seu pensamento voa para o céu
Qual gigantesco pássaro audacioso
Que soltasse na amplidão as suas asas douradas

Ave Maria
As catedrais e as capelas humildes entoam ao mesmo tempo a sua oração
Qual o bronze secular que cobre de sons divinos
Enchendo o espaço de harmonias nefáveis

Ave Maria
Hora da prece e do perdão
Hora dos fidalgos e dos plebeus
Hora dos cristãos de todas as idades e dos filhos de Deus de ambos os hemisférios

Ave Maria
Hora grandiosa de Deus
Traço de união divina entre a criatura e o criador
Hora mágica da humanidade
Que abre um dourado caminho de luz
Entre a Terra angustiada e o Céu bendito

Ave Maria...





Beijos meus cheios de luz, paz, amor, fé e esperança!  






terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A Oração de Maria - Max Lucado -

Cicely Mary Barker - Obras Religiosas - Design Cartão de Natal para GFS Pintura 1932

fonte a da imagem aqui



A Oração de Maria

Deus. Ó Deus infante. O mais precioso filho do céu. Concebido pela união da graça divina com a nossa desgraça. Durma bem.

Durma bem. Banhado pela fresca da noite cravejada de diamantes. Durma bem, pois o fogo da ira ferve bem perto. Goze do silêncio do berço, pois o ruído do tumulto se faz sentir em seu futuro. Saboreie a doce segurança de meus braços, pois chegará breve o dia em que não poderei protegê-lo.

Descansem bem, mãos pequeninas. Pois apesar de pertencerem a um rei, vocês não tocarão o cetim, não possuirão ouro. Não pegarão numa pena, não guiarão um pincel. Não, suas mãos pequeninas foram reservadas para obras mais preciosas:
tocar a chaga viva de um leproso
enxugar a lágrima triste de uma viúva,
agarrar-se ao chão do Getsêmani.

Suas mãos, tão minúsculas, tão ternas, tão brancas — fechadas hoje em forma de punho infantil. Elas não foram destinadas a empunhar um cetro nem abanar do balcão de um palácio, mas reservadas para o cravo romano que irá pregá-las numa cruz romana.

Durmam bem, olhos pequeninos. Durmam enquanto podem. Pois logo virá a claridade e você vai ver a confusão que fizemos do seu mundo.

Verá nossa nudez, pois não podemos ocultar-nos.
Verá nosso egoísmo, pois não podemos dar.
Verá nossa dor, pois não podemos curar.
Ó olhos que verão o abismo escuro e seu terrível príncipe... durmam, por favor, durmam; durmam enquanto podem.

Fique quieta, boquinha pequenina. Fique quieta boca pela qual falará a eternidade.

Língua minúscula que em breve chamará os mortos,
que irá definir a graça,
que silenciará nossa insensatez.
Lábios de botão — sobre os quais paira um beijo de estrelas concedendo perdão para os que crerem em você, e de morte para os que o negarem — fiquem quietos.

Pezinhos pequeninos que cabem na palma de minha mão, descansem. Pois passos difíceis estão à sua frente.

Sentem o cheiro do pó das estradas que terão de palmilhar?

Sentem a água fria e salgada sobre as quais andarão? Recuam ao sentir o prego que terão de suportar? Temem a descida íngreme pela escada em espiral até o domínio de Satanás?

Descansem, pezinhos pequeninos. Descansem hoje para que amanhã possam andar com poder. Descansem. Pois milhares irão seguir os seus passos.

Pequeno coração... coração santo... bombeando o sangue da vida através do universo: quantas vezes iremos quebrantá-lo?

Você será dilacerado pelos espinhos de nossas acusações.
Você será devastado pelo câncer do nosso pecado.
Você será esmagado pelo peso de sua própria tristeza.
E será traspassado pela lança da nossa rejeição.
Todavia nesse ato de traspassar, nesse último rompimento de músculo e membrana, nessa precipitação final de sangue e água, Ele irá encontrar descanso. Suas mãos serão libertadas, Seus olhos verão a justiça, Seus lábios sorrirão, e Seus pés o levarão para casa.

E ali descansará de novo — desta vez nos braços do Pai.
Max Lucado

Beijos meus, cheios de ...
luz, paz, amor fé e esperança!

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