Robôs humanoides, braços manipuladores, drones de inspeção e veículos autônomos, que pareciam ficção ou promessa para o futuro, já são uma realidade do presente. A robótica autônoma deixa cada vez mais o campo experimental para entrar na operação logística, varejo, serviços urbanos e indústria 4.0. Nesse cenário, como os bancos avaliam créditos e seguros em modelos com máquinas autônomas? E como lidar com responsabilidade civil, quando ações não são feitas por humanos? Quais setores do Brasil estão prontos para adoção em massa? As questões são tão diversas quanto as respostas. No painel “Robótica autônoma e manipulação inteligente: o impacto invisível na logística, no varejo e no crédito”, especialistas debateram perspectivas sobre as mudanças trazidas pelas transformações já em curso. Cristina de Luca, diretora Editorial da The Shift, foi mediadora da conversa. Participaram Igor Regis da Silva Simões, especialista em Tecnologias Emergentes do Banco do Brasil; Cristina Cestari, CIO SAM da Volkswagen; Roseli de Deus Lopes, diretora do Instituto de Estudos Avançados da USP; e Carlos Bork; superintendente de Projetos de Inovação da CNI Veja à integra em febrabantech.com
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- Setor
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- Tamanho da empresa
- 51-200 funcionários
- Sede
- São Paulo, São Paulo
- Fundada em
- 1967
- Especializações
- bancos, tecnologia, finanças, inovação tecnologica, sistema financeiro, tecnologia bancária, tecnologia da informação , tecnologias disruptivas, inovação bancária, Inovação bancária, Congresso de tecnologia, Congresso bancário, mídia, conteúdo, informação e mercado financeiro
Atualizações
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No Auditório Febraban, foi debatido o painel “O caminho que transformou o Brasil em referência global em pagamentos”, que percorreu as transformações regulatórias, econômicas e tecnológicas responsáveis pela construção de um dos sistemas financeiros mais sofisticados do mundo. Da criação do Banco Central à chegada das fintechs, décadas de inovação e confiança levaram o Brasil a uma escala inédita. Segundo o moderador Maurício Minas, em 2025, foram realizadas 240,8 bilhões de transações bancárias, sendo 187,5 bilhões pelo mobile banking, que concentrou 78% das operações e cresceu 169% em cinco anos. Em fevereiro de 2026, o Open Finance já reunia 154 milhões de consentimentos ativos. Em consenso, os painelistas afirmam que a evolução dos meios de pagamento no Brasil foi impulsionada por investimentos tecnológicos, projetos-piloto, parcerias com startups, fortalecimento da governança e foco na experiência do cliente. Essa trajetória transformou a relação entre crédito, varejo e consumo, ampliou o uso de dados e do Open Finance e consolidou soluções nacionais, como o Pix e a bandeira Elo. Para o próximo ciclo, o desafio é combinar inovação, confiança, educação financeira e capacidade de execução, além de integrar a tokenização de forma mais efetiva às movimentações financeiras. Participaram do painel Jair Delgado Scalco, sócio-administrador da Construtora Bacaba; Carlos Zanvettor, vice-presidente da Corpay; José Tosi, sócio-fundador da Tokeen Tecnologia; Dorival Dourado Jr., conselheiro independente do Banco BMG, da Omni Financeira, do Graacc e da TQI Tecnologia; Tadeu Silva, presidente da Acrefi; e Claudio Yamaguti, CEO da Afinz. A moderação foi conduzida por Maurício Minas - Integrante do Conselho de Administração do Bradesco e presidente do Conselho do Febraban Tech. Acompanhe a programação do FEBRABAN TECH 2026, o maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro, nas redes sociais da Febraban e da Febraban Tech. #FebrabanTech2026 #FebrabanTech #Febraban #MeiosDePagamento #Pix #OpenFinance #InovaçãoFinanceira
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O que começou, no início do século 20, como uma nova forma de compreender o comportamento da matéria em escala microscópica acabou dando origem a tecnologias que hoje fazem parte do cotidiano. GPS, laser, transistor e ressonância magnética são algumas delas. Agora, o avanço no controle preciso de partículas individuais aproxima esses fenômenos de aplicações avançadas, ao ampliar as possibilidades de uso da ciência quântica em diferentes áreas. Tudo isso abre uma nova fronteira tecnológica cujo potencial é transformar medições de alta precisão, computação e cibersegurança. Pesquisa científica e aplicações tecnológicas caminham lado a lado nesse cenário. O físico Luiz Davidovich, professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro e ex-presidente da Academia Brasileira de Ciências (2016-2022), compartilhou os avanços, suas visões e as transformações do presente no painel “Rumo às novas tecnologias quânticas”. Febrabantech.com
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No painel “A pirâmide organizacional em transformação: pessoas vs. poder computacional”, na quarta-feira (26/08), último dia do FEBRABAN TECH 2026, especialistas discutiram como a evolução dos agentes de Inteligência Artificial (IA) transforma as estruturas das organizações, fluxos de decisão e modelos de carreira e como equilibrar investimentos em tecnologia, pessoas e governança. Além da ampliação da capacidade computacional, a transformação exige repensar o papel das pessoas, formação profissional, processos de decisão e circulação do conhecimento nas organizações. Ianaira Barretto Neves , professora da FGV EAESP , falou sobre a necessidade de trajetórias menos lineares, especialmente em estruturas hierárquicas mais achatadas. “Tenho de começar a crescer girando. E, nesse giro, tenho de sair adquirindo conhecimento.” “Computação está na nuvem, você contrata, escala. Pessoas e poder de decisão você investe para longo prazo e isso está ficando cada vez mais escasso”, destacou Rodrigo Lacerda, executive director do BTG Pactual . Já Enrico Geiger , Head of Consulting Services do Grupo Stefanini ressaltou a necessidade de mudanças na forma como as organizações trabalham. “Quem está tendo sucesso é quem, além de olhar tecnologia e pessoas, olha com cuidado para a orquestração, processos e governança.” Adriano Milani, Head de Services para o Brasil do Citi , destacou o papel das lideranças. “Faça as perguntas certas, não para a máquina, mas para os seus times. Elevem o nível das perguntas e esperem que a resposta não seja óbvia, prescritiva.” A moderação foi de Walkiria Marchetti, presidente-executiva da MCIO Brasil. Veja à integra em febrabantech.com #inteligenciaartificial #febrabantech2026 #febrabantech #banco #febraban
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Transição verde só faz sentido se também gerar inclusão, renda e oportunidades. No FEBRABAN TECH 2026, o painel “Transição Verde e Inclusão Social: cidadania, crédito e educação como pilares da economia sustentável” foi moderado por Amaury Martins de Oliva, diretor-executivo de Sustentabilidade, Cidadania Financeira, Relações com o Consumidor e Autorregulação da Febraban. José Ricardo Sasseron , vice-presidente de Negócios, Governo e Sustentabilidade Empresarial do Banco do Brasil , destacou que oferecer financiamento não é suficiente. “O pequeno agricultor precisa de orientação, precisa de assistência”. Para ele, o crédito precisa contribuir para uma produção mais eficiente e para o uso sustentável e a conservação do solo. Juliana Lopes, diretora de Paisagens Regenerativas para o Brasil do WBCSD – World Business Council for Sustainable Development , defendeu que a inclusão precisa estar no próprio desenho das soluções. “Qualquer instrumento financeiro, para que ele de fato contribua para uma economia verde justa, precisa ter os produtores no centro, populações indígenas, a população.” Luiz Lessa , presidente do Banco da Amazônia , disse que é preciso conectar pequenos produtores às cadeias produtivas e aos compradores, criando condições para que o financiamento se transforme em renda e desenvolvimento. “A palavra articulação hoje é mais forte do que a concessão de crédito”. Marcos Carvalho , vice-presidente de Governo da CAIXA , chamou a atenção para a necessidade de medir não apenas os resultados econômicos, mas também os impactos ambiental e distributivo da transição. “A gente não está diante de dois compromissos necessariamente: cuidar das pessoas ou do planeta. Trata-se, na verdade, de um só.” Acompanhe os destaques do FEBRABAN TECH 2026 nas redes da Febraban e da FEBRABANTECH. #febrabantech2026 #febrabantech #sustentabilidade #banco #febraban
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O FEBRABAN TECH 2027 já está em movimento. No dia 3 de novembro, às 14h, acontece o lançamento comercial da próxima edição do maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro. Um encontro que conecta empresas, profissionais e as principais transformações que estão movimentando o mercado. Para saber mais sobre o FEBRABAN TECH 2027 e garantir sua participação, entre em contato com a equipe comercial pelo e-mail comercial.febrabantech@febraban.org.br. #FEBRABANTECH2027
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Conhecida como a “Mãe da Internet”, a engenheira e cientista da computação Radia Perlman, Dell Technologies Fellow, compartilhou no FEBRABAN TECH 2026 insights sobre decisões e protocolos que ajudaram a moldar a infraestrutura digital nas últimas décadas e continuam influenciando a evolução da internet. O painel “Reflexões sobre a Internet: ontem, hoje e amanhã”, foi moderado por João Dantas, Partner e integrante do Conselho de Administração do BTG Pactual. Formada em Matemática e com Ph.D. em Ciência da Computação, Perlman contribuiu para o desenvolvimento de redes auto-organizáveis, capazes de calcular automaticamente o roteamento de dados. Entre suas contribuições mais importantes está o Spanning Tree Algorithm, desenvolvido na década de 1980 e ainda amplamente utilizado na Internet. Na mesma década, ela também desenvolveu o protocolo de roteamento IS-IS, que permanece como um componente fundamental da infraestrutura da Internet. Veja mais detalhes: https://lnkd.in/eMr3qZPH
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A robô hiper-realista Ameca foi moderadora do painel “Humanos & humanoides: uma conversa sobre o presente e o futuro”, no último dia do FEBRABAN TECH 2026. No palco Imersão, pessoas e robôs discutiram como a Inteligência Artificial têm moldado nossas formas de trabalhar, de nos comunicar e de interagir. Assista ao vídeo para saber mais sobre o painel. Acompanhe tudo em febrabantech.com #febrabantech2026 #febrabantech #robotica #banco #febraban
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Uma das novidades do FEBRABAN TECH 2026 é o Lounge dos Robôs, em que os participantes podem interagir com robôs humanoides e utilitários. “É uma troca de conhecimento muito rica. Eu fico impressionado com a profundidade das perguntas que surgem. As pessoas aqui realmente entendem do assunto”, afirmou o robô Troy, que mostrou que, além de conversar, sabe dançar. Acompanhe à integra completa em febrabantech.com #robotica #febrabantech2026 #febrabantech #banco #febraban
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“Ninguém gosta de mudança, mas ninguém quer ser irrelevante." Essa foi uma das reflexões de John Maeda sobre o que significa liderar e tomar decisões em um cenário de transformação acelerada pela Inteligência Artificial (IA), durante o FEBRABAN TECH 2026. Um dos principais nomes do design computacional e da inovação, Maeda é autor de livros que se tornaram referência para profissionais do setor, entre eles “How to Speak Machine”. No desenvolvimento de produtos, chamou a atenção para uma mudança provocada pela IA: a lógica deixa de ser apenas lançar um produto pronto e passa a ser incorporar dados e aprendizado contínuo para melhorá-lo. Maeda também lembrou que os computadores nunca se cansam, mas não são seres vivos. E concluiu: “Continuem aprendendo. Falem a linguagem das máquinas. Falem ainda melhor a língua dos seres humanos. Essa é a fórmula.” Veja a cobertura completa do evento em febrabantech.com #febrabantech2026 #febrabantech #inteligenciaartificial #banco #febraban