Ao ler uma missiva escrita para o mio amore, esbarrei num comboio de palavras que me levaram para um lugar tão-meu que tive que loteá-lo...
Desassossego…
Para hoje, esse dia de nuvens, uma xícara de chá e um livro...
Leaves of Grass…
Uma paus para pensar num ritual que teve inicio na infância e segue sendo um movimento meu na vida adulta...
Viviam na vida, varridos por um grande vento
Uma lembrança que saltou lá das profundezas de minha memória bem no meio da leitura do primeiro capítulo do meu novo romance...
31 | Talvez de minha sombra surjam, fatais e ilusórios, os dias…
Segunda-feira de fevereiro, escrevo em resposta aos dias, aos fatos, as coisas e ao canto da cigarra que resvalou nas paredes do meu corpo na noite de ontem
Um poema de Sylvia Plath
Porque hoje é domingo... dia de ler e compartilhar poesia aqui no blogue. Escolhi Ariel de Sylvia Plath... boa leitura!
O dia numeroso que será a tarde gasta
Um passeio por ruas... até um sebo em busca de um livro...
6 on 6 | road trip urbano…
E o projeto fotografico desse mês me fez registar a caminhada matinal, ao lado do cão...
A noite que mergulha no sono
Passei o dia na companhia de uma casa em ruínas, a poeta Sylvia Plath...
O dia que foi a manhã
Após espiar a cidade, pela manhã, pouco depois da chuva, surgiu uma lembrança antiga e um qeustionamento contemporãneo...
Esse outro hábito do tempo, a noite
O verso de Borges e a chuva que cai em São Paulo me fizeram olhar lá para fora e eu comecei a desenhar esse texto...
32 | A manhã que foi a aurora
Neste segundo capítulo do ano... iniciado ontem, escrevo mais uma missiva... venha abrir esse envelope!
Voltei a ler Jorge Luiz Borges
E começamos o segundo capítulo do ano, com a poesia portenha de Borges...
31/365 | Vertigem do meio dia emoldurada em vertigens
Fim do primeiro capítulo desse ano... concluido com sucesso. Trinta e um posts escritos.
Todos os países e todas as pessoas giram dentro de mim
No meio do caminho tinha uma casa em ruinas. Tinha uma casa em ruínas no meio do caminho...