Os gestores públicos continuam com o mesmo regime de privilégios.

Apesar de resoluções de vários Conselho de Ministros e das promessas deste Governo, os gestores públicos continuam a beneficiar de regimes de remunerações especiais.

Os gestores públicos continuam a receber salários acima da remuneração base aprovada, em mais de 200 por cento do estipulado no diploma. Ao salário acresce ainda as “despesas de representação”, os “prémios de gestão”, o pagamento de despesas com telefone e telemóvel, a possibilidade de ficarem com a viatura de serviço, ao fim de três anos, pelo valor residual, a oferta de planos complementares de reforma pagas pelas empresas.

Outra falta apontada pelo Tribunal de Contas é a não entrega da declaração dos rendimentos, bem como uma inventariação do seu património e cargos sociais exercidos, com indicação dos rendimentos brutos auferidos o que implica a falta de controle da riqueza dos titulares dos órgãos públicos.

Bem prega Frei Tomás.

CDS um fora-de-lei.

O CDS não quer a Madeira a cumprir a legislação que irá despenalizar o aborto até às 10 semanas, se o Sim ganhar o referendo, conforme projecto apresentado na Assembleia Legislativa do Parlamento Regional. O projecto recomenda a João Jardim que recuse a cedência dos meios dos Serviço Públicos de Saúde, colocando-se assim à margem da lei da República.

Tão “democráticos” que eles são!

por Fernando Publicado em Aborto