O Ministério da Agricultura explica esta incongruência com o facto de não ter sido criada nenhuma vaga para a função do trabalhador.
Que dizer?
De uma semana para outra, um trabalhador é promovido, depois de um desempenho considerado de excelente e logo depois vai para um quadro de mobilidade especial, sendo que isso significa, ir para casa, ficar à espera de eventualmente ser chamado a ocupar um posto de trabalho noutro local, para ao fim de sessenta dias naquela situação, perder 1/6 do vencimento e ao fim de um ano perder 1/3 do vencimento, até ao fim dos seus dias de profissional.
É como tenho dito. O quadro de mobilidade especial (quadro de supranumerários/excedentários) é a antecâmara para o despedimento. Sem justa causa. Sem nada terem feito para isso, antes pelo contrário. É tudo a eito. E fé de que ninguém vai protestar mais.