O que não fazer no seu site!

Andava a ler alguma informação sobre SEO e fui parar a este artigo digamos que engraçado, que com um pouco de “psicologia inversa” passa algumas boas ideias do que não se deve fazer num site.

Que situação…
Quer acabar com as visitas de seu site? Quer deixa-lo hiper carregado e pesado?
Se sim, siga à rigor à lista abaixo. Se não faça tudo para evitar os ítens da ‘lista negra dos internautas’.

1- Faça uma página de entrada, com um arquivo em flash daqueles bem pesados.
2- Na primeira página, antes do visitante entrar diga para ele votar no Top Sites.
3- Ameace um pouco ele, diga que se ele não votar o site pode fechar ou deixar de ser grátis.
4- Se caso preferir, só permita que ele entre no site depois que ele votar no Top.
5- Abra uma infinidade de janelas pop-ups, com anúncios de tudo o que quiser.
6- Faça o layout do site todo em frame.
7- Insira aqueles efeitos de transição ‘extraordinários’ que o Frontpage lhe oferece.
9- Insira as imagens de qualquer jeito.
10- Não siga um padrão de design, não formate as letras e deixe tudo com cores diferentes e extravagantes, afinal o que importa é o texto.
11- Bote um fundo listrado amarelo e ciano.
12- Use a tag “target=_blank”, para qualquer link que a pessoa clicar abra numa página diferente.
13- Coloque aquele javascript que deixa o título da janela doido, com o texto rolante, piscante e tudo mais que conseguir.
14- No menu cite uma opção (por exemplo ‘Contato’) , mas que quando clicado leva o visitante para uma em que ‘diz estar em construção’.
15- Minta um pouquinho: manipule o contador para ele só mostrar números altos aleatórios.

fonte aqui!

Google Chrome – Uma revolução nos browsers?

Depois de muita especulação sempre acabou por sair o Chrome, o novo browser criado pelo todo-poderoso Google. Já para começar a apresentação que fizeram do produto (em forma de banda desenhada) ficou extraordinária, focando os principais pontos do programa duma forma bastante clara, e ao mesmo tempo divertida de ler.

Segundo estatísticas fornecidas pelo site Clicky Web Analytics, a quota de utilizadores que utilizam o Chrome (em cerca de 45000 sites diferentes) supera a do “melhor browser do mundo que ninguém usa” – Opera – em quase 1,5%, isso dois dias depois do seu lançamento. É qualquer coisa, não é?

Agora mãos à obra, vamos ao que interessa:

  • O processo de instalação é impecável e bastante rápido, num minuto temos o browser activo e pronto a funcionar.
  • À primeira vista o Chrome tem um aspecto bastante minimalista, o que maximiza (a diferença comparando com o firefox é bastante) o espaço útil para a visualização de páginas, o que é óptimo para monitores pequenos. A ausência da barra de tarefas (substituída pelas tabs) não é sequer notada, contribuindo para a maximização da área de visualização.
  • Em termos de rapidez, nota-se bastante a eficiência que múltiplos processos para múltiplas tabs nos dá, caso algo corra mal com alguma delas mata-se o processo utilizando o gestor de tarefas do Chrome (Shift+Esc). Nada de informação perdida, nada de reiniciar o browser, apenas eliminar a tab bastarda e seguir a nossa vida. O Webkit utilizado como base para o Chrome é muito rápido a abrir as páginas, fiquei bastante satisfeito.
  • A importação de marcadores/favoritos a partir do Firefox é automática (em relação ao IE não sei dizer, não o utilizo de todo), e bastante suave, simplesmente o programa já aparece com todos os nossos dados sem ser preciso um único clique. Fantástico.
  • A página que é aberta sempre que se abre uma tab nova é gerada automaticamente a partir das nossas 9 páginas mais visitadas, o que dá bastante jeito na maior parte dos casos. (nós iríamos visitar um daqueles sites na mesma, não é verdade?)
  • Apesar de terem sido reportadas algumas falhas na reprodução de conteúdo flash/java não notei nada do gênero, correndo tudo às mil maravilhas (não foi preciso sequer a instalação de qualquer plugin).
E para já penso ser só isso, apesar do browser possuir mais funcionalidades (consola de JavaScript por exemplo), explorei mais aquelas que são utilizadas pelo utilizador comum, a massa que acaba por ser o público-alvo deste tipo de produtos.
Apesar de ser um programa ainda em fase beta parece-me já ter saído ao público bastante maduro, vale a pena continuar a acompanhar o projecto, possui bastante potencial.

Foxmarks – sincronizar bookmarks no Firefox

A pouco tempo li algures sobre o Foxmarks, um addon para o firefox que permite manter os seus bookmars sincronizados em vários computadores. Hoje finalmente decidi testar, e devo dizer que vale a pena experimentar.

Indispensável para quem usa firefox, e trabalha com mais do que uma máquina. Com este addon para o firefox para alem de manter os bookmarks sincronizados em todas as maquinas que desejar, seja no pc de casa, no do trabalho ou no portátil, ainda pode fazer login em my.foxmarks.com de maneira a gerir os seus bookmarks, fácil, simples, eficaz e extremamente útil.

Abrace um programador!

Adorei a campanha, aconselho a todos que o façam. Abracem um programador! 😀

Programando Backups com Cobian Backup

Quem é que nunca viu um disco rígido dar o berro, assim sem mais nem menos? E aquelas quantidades massivas de fotos e documentos irrecuperáveis, e agora?

Há muito tempo tenho andado atrás de um aplicativo que me correspondesse aos seguintes requesitos:

  • Poder fazer backup de ficheiros
  • Programar backups
  • Poder fazer backups a partir de outro computador da rede

Eu sei, provavelmente há infinitas opções à escolha, mas por um motivo ou outro acabei por reduzi-las todas a este programa: Cobian Backup.

Podendo definir vários backups diferentes (todos com opções únicas) é uma aplicação que deveria ser obrigatória para todos aqueles que gostam de preservar seus documentos, músicas, fotos, etc.

A diversidade de opções é enorme, pode-se pedir para que seja enviado um e-mail (utilizando smtp) caso haja erros, ou mesmo cada vez que for efectuado um backup, interage com FTP, pode ser utilizada encriptação para uma maior segurança das suas cópias, compressão para poupar espaço em disco,  pode-se até filtrar as pastas que se deseje fazer a cópia para copiar apenas as extensões de ficheiro desejadas.

Apesar de todas essas possibilidades há o senão: só há uma versão Windows do programa, e a mais nova versão (versão Amanita) deixou de ser Open Source, apesar das versões anteriores continuarem disponíveis na página do projecto no SourceForge.net. O programa foi escrito em Delphi/Kylix, assim sendo só funciona mesmo em plataformas Windows 32bits desde o 95 até a espécie de SO.

A todos que gostem de ter os seus backups organizados e feitos a tempo, é uma ferramenta que aconselho vivamente.

Página do projecto

Download (Versão 9 Amanita) (Aprox. 9.1MB) (Freeware)

Download (Versão 8 Black Moon) (Aprox. 8.1MB) (Freeware & Open Source)

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