STENCIL PUNKS



SEXY 70 - MUSIC INSPIRED BY THE BRAZILIAN SACANAGEM MOVIES OF THE 1970's
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A MORTE DA NATUREZA



Meu caro leitor amigo
Eu agora vou falar
Duma triste realidade
Que está a me preocupar
Pois em nome do "progresso"
Que na verdade é um regresso
Tão botando é pra matar.

Não sei se vai concordar
O colega ao me ler
Mas é mesmo um tanto triste

Quando a gente chegar a ver
A fumaça se alastrando
E o veneno se espalhando
Fazendo o povo morrer...


Antes mesmo de nascer
Morre um montão de crianças

Em Cubatão por exemplo
Poucas são as esperanças
De se ter vida melhor
Sem que aconteça o pior
Continuando as matanças!


Tudo isso são ganâncias
Dos que pensam ser donos
Para ganharem dinheiro
Deixavam o povo em abandonos
Enquanto há cancerosos
Estão aí os poderosos
Bem sentados nos seus tronos.

Enquanto matam novilhas
Outros nem comem feijão
E isto não acontece
Apenas em Cubatão.
Também em outros lugares
Vive gente aos milhares
Nesta triste escravidão...

Nem vêem que há tanto chão

Neste imenso território
Não sei para que serve
Tanto estudo e palavrório.
Acho que querem fazer
Pra todo mundo sofrer
Deste mundo purgatório!

Todo mundo tá sabendo
Que existe poluição
Do lado oposto de fábricas

Mesmo assim há construção
Pois a CAIXA ou a COHAB

Disto finge que não sabe
Vende casa pro povão!

Estudam laboratório
E sabem que só faz mal
O povo morar bem perto
De uma Àrea Industrial.
Parece ser este jeito
Que o governo acha perfeito

Pra matar o pessoal...

Nas fábricas perdem o sono

Aquele pai de família
Pra enricar o empresário
Que a vida é uma maravilha
Parece que tudo indica
Que quanto mais ele enrica
Mais aumenta esta armadilha.

Essa "gente grande" tapa

Ouvidos pra não ouvir
Os apelos deste povo
Que está a se consumir
Quando grita por ar puro
Do jeito que está tá duro
Não dá
mais pra resistir...

Precisaríamos sentir
Na pele o triste efeito
De viver com a fumaça
Tomando conta do peito.
Pois se sentissem fariam
E logo decidiriam
Com agir pra dar um jeito.

Precisamos sem demora

Resolver a situação
Deste povo tão sofrido
Que a começar do pulmão
Está aos poucos morrendo
E há tempo que vem querendo

Pra sua vida proteção.

Os problema principal
São os males que tão causando
À nossa Mãe Natureza
Que aos poucos vai se acabando
Se você quer saber mais
Tá no rádio e nos jornais
Veja a imprensa falando.

Além de a gente sofrer

As mais tristes "conseqüência"
Da grande poluição
Que é forte não há quem vença.
Na terra em cima no ar
E até no fundo do mar
Se vê tudo o que é doença.

Isto é violação
Do direito de viver
Pois pouco que se exige
É não ter se ter que morrer
Tuberculoso ou drogado
Neste mundo condenado
Sem poder sobreviver

Há movimentos tentando
Por viverem tal tristeza
Percorrer todo o país
Fazendo justa defesa:
Lamentam e denunciam
Os fatos que propiciam
A MORTE DA NATUREZA!

De que adianta apontar
Como sendo responsável
Esta ou aquela Indústria
Quando o que se é mais provável
É que o Sistema Político
Tornando o quando mais crítico
Faz o combate inviável.

E ainda o desmatamento

Que se vê a toda hora
Da Amazônia à Mata Atlântica
A cada dia piora.
E assim o Meio Ambiente
Vai morrendo e lentamente
Nossa vida vai embora.

Por que que não se dispensa

Mais cuidado com as floresta?
Destrói toda a Amazônia
Essa "gente" desonesta
Um recurso natural
De valor internacional
Que a força bruta molesta

Veja como não presta
As multinacionais
Que visando só lucro
Mostram como são "capaz"
De acabar com as nossas "mata"
Levando u’a riqueza nata
Que nos serve até demais.

E assim perdemos a paz
E o equilíbrio natural
Problemas que têm reflexo
Até internacional.
Pois é uma região
Com imensa dimensão
De reserva florestal.

A mata é fundamental
pra purificar o ar
Cada árvore que cai
Só vai mesmo é piorar.
O nosso clima inclusive
Cada dia que se vive

Tende mais a esquentar.

Não dá mais pra agüentar
A coisa já tá demais
No Pará e Mato Grosso
Cada dia se afeta mais
Das matas quatro por cento
Num vasto desmatamento
Destruíram em Goiás.

Também em Minas Gerais
Tem ritmo acelerado
O desmatamento ali
Já passou do esperado.
Foi feito um levantamento
Só se salva dez por cento
Da área total do Estado.

O lucro desenfreado
Acaba a nossa riqueza
Sem contar os prejuízos
Que sofre a Mãe Natureza.
É a vida assim se acabando
Sobre a terra vai ficando
Uma cena de tristeza...

E pra acabar com a beleza

Inventam outras ciladas:
Incêndios que acontecem
Provocados por queimadas
Onde parte das floresta
Vira cinzas nada presta
Já que são danificadas.

Mil e oitocentos quilômetros

Reduzidos a trezentos
E lá no Espírito Santo
Com os tais desmatamentos.
Já tá virando deserto
E a natureza por certo
Deu lugar a apartamentos.

Ninguém vê o atrevimento

Desse homem do dinheiro
Que toma conta de tudo
Que parece um carniceiro.
Isto é desde que levaram
E pela força tomaram
O Pau-Brasil derradeiro...

Tiraram da fauna a beleza

E a flora não escapa
Acho que vai ser preciso
Fazer-se um novo mapa
Do nosso imenso Brasil
Que até o ano dois mil
O F.M.I. vem e rapa...

A superação da crise
Requer do homem mudanças
Fundamental de atitudes
Pra não haver mais matanças
Só assim a Natureza
Recobra a sua beleza
E renova as esperanças...

Este meu trabalho teve
Por real finalidade
Fazer um breve análise
Desta dura realidade
Onde a ECOLOGIA
Tá passando todo dia
Por grande dificuldade.

Geraldo Carvalho




DON JULIAN & THE LARKS - SHORTY THE PIMP - 1973
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Pode-se não perceber nada na superfície, mas nas profundezas o inferno está em chamas.

Y.B. Mangunwijaya













DOWNLOAD: DR. OCTAGON - OCTAGONECOLOGYST - 1996 - 256 Kbps
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ALBOROSIE - KINGSTON TOWN 7'' - 2007
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Nasci em um tempo em que a maioria dos jovens haviam perdido a crença em deus, pela mesma razão que os seus maiores a haviam tido - sem saber porquê. E então, porque o espírito humano tende naturalmente para criticar porque sente, e não porque pensa, a maioria desses jovens escolheu a humanidade para sucedâneo de deus. Pertenço, porém, àquela espécie de homens que estão sempre na margem daquilo a que pertencem, nem vêem só a multidão de que são, senão também os grandes espaços que há ao lado. Por isso nem abandonei deus tão amplamente como eles, nem aceitei nunca a humanidade. Considerei que deus, sendo improvável, poderia ser, podendo pois dever ser adorado; mas que a humanidade, sendo uma mera idéia biológica, e não significando mais que a espécie animal humana, não era mais digna de adoração do que qualquer outra espécie animal. Este culto da humanidade, com seus ritos de liberdade e igualdade, pareceu-me sempre uma revivescência dos cultos antigos, em que animais eram como deuses, ou os deuses tinham cabeças de animais.






Não é do trabalho que nasce a civilização:
ela nasce do tempo livre e do jogo.

Alexandre Koyré








SEX SLEAZE & SOUL - 2004
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Nunca ocorreu na história um contraste tão deslumbrante entre o que poderia ser e o que realmente é.


Basta examinar hoje todos os problemas do mundo. Meditar sobre eles normalmente não produz outro efeito que não tornar-nos menos sensíveis à sua realidade. Mesmo que sejamos “suficientemente estóicos para suportar as desgraças dos outros”, a grande deterioração social presente afeta a todos. Quem não sofre a repressão física direta tem de suportar as repressões mentais impostas por um mundo cada vez mais medíocre, estressante, ignorante e feio. Quem escapa da pobreza econômica não pode escapar do empobrecimento geral da vida.

Ken Knab, primeiras palavras de A Alegria da Revolução

















Quando estou cansado
eu invoco uma cachaça
e vou curti-la
nos bancos da praça.


Lauro Maia










IAN CARR'S NUCLEUS - ROOTS - 1973
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SÍMBOLOS




Símbolos? Estou farto de símbolos…
Mas dizem-me que tudo é símbolo,
Todos me dizem nada.
Quais símbolos? Sonhos.
Que o sol seja um símbolo, está bem…
Que a lua seja um símbolo, está bem…
Que a terra seja um símbolo, está bem…
Mas quem repara no sol senão quando a chuva cessa,
E ele rompe as nuvens e aponta para trás das costas,
Para o azul do céu?
Mas quem repara na lua senão para achar
Bela a luz que ela espalha, e não bem ela?
Mas quem repara na terra, que é o que pisa?
Chama terra aos campos, às árvores, aos montes,
Por uma diminuição instintiva,
Porque o mar também é terra…
Bem, vá, que tudo isso seja símbolo…
Mas que símbolo é, não o sol, não a lua, não a terra,
Mas neste poente precoce e azulando-se
O sol entre farrapos finos de nuvens,
Enquanto a lua é já vista, mística, no outro lado,
E o que fica da luz do dia
Doura a cabeça da costureira que pára vagamente à esquina
Onde se demorava outrora com o namorado que a deixou?
Símbolos? Não quero símbolos…
Queria — pobre figura de miséria e desamparo!
Que o namorado voltasse para a costureira.

Álvaro de Campos














Quem quer que seja que ponha as mãos sobre mim para me governar é um usurpador, um tirano. Eu o declaro meu inimigo.


Pierre-Joseph Proudhon






J-FUNK EXPRESS - THIS IS RARE GROOVE! - 1995
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FIUME PIRATEIA VOLUME 1: BLACK ALIEN & SPEED




A coletânea traz faixas do duo de Niterói Black Alien & Speed. Gravadas a partir do final dos anos 90, as músicas mesclam RAP, Ragga, Miami Bass, Dancehall, Jazz e música brasileira variada. Muitas delas fazem parte do CD demo da dupla, Sinistro Bonde do Terror, outras foram lançadas em coletâneas, tributos, trilhas de filmes e três delas são do CD de estréia
solo de Speed, o Spresso.




Faixas:

Speed

Invasão
Vamo Parar
Som da Glock

Black Alien

Stilera
O Crime
Anos 90
Hit Hard Hip Hop
Sua Cara Encontra a Mão

Black Alien & Speed

Dia de Fúria
É...
Guerriha Verbal
Homem Para Assumir o que Faço
Jah Jah Overall
Krishna, Buda, Jesus ou Alá
Lar Doce Lar
Macaco Quer Banana
Mulheres e Crianças Primeiro
O Mundo Vai Acabar
Quando Crescer Quero Ser Um MC
Quem Que Cagüetou
Vozes da Seca




FIUME PIRATEIA VOLUME 1 - BLACK ALIEN & SPEED
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DENNIS COFFEY AND THE DETROIT GUITAR BAND - EVOLUTION - 1971
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PAPO DE ÍNDIO




Veiu uns ômi di saia preta
cheiu di caixinha e pó branco
qui eles disserum qui chamava açucri
aí eles falarum e nós fechamu a cara
depois eles arrepitirum e nós fechamu o corpo
aí eles insistirum e nós comemu eles.

vocês repararam como o povo anda triste?
é a cachaça que subiu de preço
a cachaça e outros gêneros de primeira
necessidade
cachaça a dois contos, ora veja,
veja a hora,
que horas são,
atenção
apontar:

FOGO

Chacal


BARRY WHITE




EDUCAÇÃO



A primeira questão que temos de considerar hoje é esta: Poderá ser completa a emancipação do povo enquanto recebe uma instrução inferior à dos burgueses ou enquanto haja, em geral, uma classe qualquer, numerosa ou não, mas que por nascimento tenha os privilégios de uma educação superior e mais completa? Propor esta questão não é começar a resolvê-la. Não é evidente que entre dois homens dotados de uma inteligência natural mais ou menos igual, o que for mais instruído, cujo conhecimento se tenha ampliado pela ciência e que compreendenda melhor o encadeamento dos fatos naturais e sociais, compreenderá com mais facilidade e mais amplamente o carácter do meio em que se encontra, que se sentirá mais livre, que será mais hábil e forte que o outro. Quem souber mais dominará naturalmente a quem menos sabe e não existindo, em princípio, entre duas classes sociais mais que só esta diferença de instrução e de educação, essa diferença produzirá em pouco tempo todas as demais e o mundo voltará a encontrar-se em sua situação atual, isto é, dividido numa massa de escravos e num pequeno número de dominadores, os primeiros trabalhando, como hoje em dia, para os segundos.


Mikhail Bakunin


THE YOUNG-HOLT UNLIMITED - FUNKY BUT! - 1968

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MANIFESTO DA POESIA XAMÂNICA & BIO-ALQUÍMICA


para meu antepassado nº serpente


1. O mundo são os Lugares de Poder

2. Sacralização xamânica do cotidiano

3. Perspectivas bio-regionais

4. Selvagem & Sagrado

5. Gaviões são divindades solares portadoras de poder

6. Hórus - Falcão rei das duas terras

7. Ecologia da Linguagem

8. Estados alterados da consciência

9. O Gavião fala por nossa boca

10. Xamã: sacerdote-poeta inspirado que em transe extático percorre o inframundo, florestas, mares, montanhas & sobe aos céus em "viagens". Dante foi um xamã-cabalista que conheceu em sua viagem pelos 3 mundos os orixás travessos da Sombra.

11. O olho divino do gavião se transforma em plantas florescentes

12. ÍSIS, Virgem Negra, mãe do Hórus

13. O Gavião plana acima das metrópolis-necrópolis

14. Divindade dos limites do Horizonte

15. "A orgia faz circular a energia vital & Sagrada"

M. Eliade

16. "A marginalidade é formada por aqueles que estão "out" - aqueles que não tem acesso ao poder estabelecido involuntariamente por miséria, ou voluntariamente por escolha estética-religiosa"

Timothy Leary

17. Deixe a Visão chegar

18. É a hora da despedida dos deuses do deserto & chegada dos deuses da vegetação

19. Conspiração sagrada dos terráqueos anônimos & guerreiros do Zuwya

20. Estado de conhecimento sensorial

21. "Dirige as flechas da voz dos jovens para celebrar o gozo desta terra"

Píndaro

22. Ilha subterrânea do gavião. Livro Egípcio dos Mortos. Bardo Todol. Orixás & vida quântica. O caminho do xamã é o caminho do Coração.

XAMÃS PELA NOVA CONSCIÊNCIA

Roberto Piva



CYMANDE - 1973












É na esquina da vida
Que eu faço o confronto
Do malandro pronto e do otário
Que nasceu pra milhonário.

Noel Rosa










DOWNLOAD: EUGENE MCDANIELS -

FIM DE ANO



a babaquice, a ignorância, o entorpecimento adoram "fogos de artifício", babam de satisfação, gozam nas explosões, pulam feito sapos no inverno quando reconhecem formas fugazes naquilo ali em cima: qualquer forma os excita e alegra. nenhum deles nunca se conteve diante de uma festinha ruidosa, só pode conceber uma festa como algo ruidoso, onde não se consegue ouvir ninguém e todos gritam numa sanha de cios em fogo, em plena esperança de reprodução, no batuque ensandecido dos que não conseguem aplacar o comichão dos rituais esperados. e o fim de ano é a convergência dessas formigas insatisfeitas em imensos cardumes ruidosos como se orgias metafísicas explodissem em suas carnes moles. quanto mais toneladas de pólvora explodem mais as antas vibram, urram, latem e se espojam na lama insatisfeita e na esperança sempre regrada. e "rompem o anus" com todas as satisfações dos duplos sentidos jamais satisfeitos com plenitude.

Alberto Lins Caldas



DOWNLOAD: PORNOSONIC -
UNRELEASED 70's PORNO MUSIC - 256 Kbps

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