12 de fevereiro de 2026

Jimmi and the Band of Souls - Aquarius 2025

 

 1. The Trempealeau Blues - 5:44
 2. I Know You Don't Love Me No More - 5:19
 3. Caballera - 4:48
 4. Leon Crow's Waltz - 0:34
 5. A Song That Goes Like This - 3:27
 6. Bernadette McCawley Blues - 4:04
 7. How Long? - 4:57
 8. Our Lady Of Nebraska - 4:03
 9. Everybody Wants To Be Free - 6:37
10. Rollin' Away The Blues - 4:17
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Aquarius
Aquarius, o álbum mais recente de Jimmi and the Band of Souls, lançado em 2025. Misturando blues clássico com toques de soul, folk e rock, o disco é uma jornada sonora que captura a essência da vida: amor, esperança, corações partidos, depressão e despertares espirituais. Jimmi, líder carismático, lidera a banda com sua voz rouca e guitarra afiada, ao lado de músicos talentosos como o baixista Leon Crow e a vocalista Bernadette McCawley, que brilham em faixas como "The Trempealeau Blues" (5:44) e "Everybody Wants To Be Free" (6:37), verdadeiros hinos de liberdade e introspecção.
Destaque: "Caballera" (4:48), com riffs hipnóticos e harmonias inovadoras, e "How Long?" (4:57), que evoca o blues roots com uma pegada moderna. 
Curiosidade: o álbum foi gravado em sessões intimistas em um estúdio rural de Minnesota, onde Jimmi incorporou experiências pessoais de superação, transformando dor em arte. Outro detalhe fascinante: Aquarius foi eleito o Melhor Álbum de Blues de Minnesota em 2025 pela Minnesota Blues Society e representará o estado no International Blues Challenge em janeiro, competindo no palco global.

11 de fevereiro de 2026

Milligan Vaughan Project 2017

 

01. Downtown
02. Fire Down Below 
03. Little Red Rooster
04. I Don’t Need No Doctor 
05. One Good Man
06. Tell Me 
07. You’re Killing My Love
08. It’s All Over Now
09. Trouble No More
10. Evil Gal Blues
11. I Can’t Hold Out 
12. Watching The River Flow 
13. Driftin’ Blues (Acoustic Version)
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MVP: A Explosão de Blues Texano!
Blues texano com MVP, o álbum de estreia do Milligan Vaughan Project, lançado em 2017 pela Mark One Records. Essa parceria explosiva une o vocal soulful e poderoso de Malford Milligan – um ícone de Austin, indicado múltiplas vezes ao Austin Music Awards – ao guitar slinger Tyrone Vaughan, filho de Jimmie Vaughan e sobrinho do lendário Stevie Ray Vaughan. Fusão vibrante de blues rock, soul texano, toques de jazz e funk groovy, que pulsa com energia crua e melodias cativantes.
Destaques: incluem faixas como "Soul Satisfaction", com seu riff overdriven e vibe anos 80, e "Dangerous Eyes", onde o slide guitar de Vaughan brilha intensamente. As originais se misturam a covers inspirados, culminando em duas gravações ao vivo: "What Passes For Love" e "Palace of the King", capturadas durante o SXSW em Austin, adicionando um ar autêntico e elétrico.
Curiosidade: o álbum foi gravado misturando sessões de estúdio com performances live, capturando a química orgânica da dupla em tempo real. Outro detalhe interessante: Milligan, cego desde o nascimento, traz uma profundidade emocional única, influenciada por sua trajetória em bandas como Storyville, enquanto o legado familiar de Vaughan injeta autenticidade blues raiz.

David Bowie – Earthling (1997)

 

1. Little Wonder – 6:02
2. Looking for Satellites – 5:21
3. Battle for Britain (The Letter) – 4:48
4. Seven Years in Tibet (Bowie, Gabrels) – 6:22
5. Dead Man Walking (Bowie, Gabrels) – 6:50
6. Telling Lies (Bowie) – 4:49
7; The Last Thing You Should Do – 4:57
8. I'm Afraid of Americans (Bowie, Brian Eno) – 5:00
9. Law (Earthlings on Fire) (Bowie, Gabrels) – 4:48
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Earthling: O Furacão Eletrônico de Bowie!
O caos futurista de Earthling, o álbum de David Bowie lançado em 1997, que funde drum and bass, industrial rock, electronica e ritmos jungle com o art-rock característico do Camaleão. Produzido por Bowie ao lado de Reeves Gabrels e Mark Plati, o disco pulsa com breakbeats acelerados, guitarras distorcidas e camadas de sintetizadores, criando um som urbano e inovador que capturou a essência da era digital.
Destaques: incluem "Little Wonder", um opener explosivo sobre consumismo; "I'm Afraid of Americans", com remix intenso de Trent Reznor do Nine Inch Nails, criticando a cultura global; e "Dead Man Walking", inspirado em Neil Young, com riffs pesados e atmosfera apocalíptica. A banda conta com talentos como Gail Ann Dorsey no baixo, Zachary Alford na bateria e Mike Garson no piano, adicionando profundidade orgânica ao caos eletrônico.
Curiosidade: o álbum foi gravado em apenas dois meses, com as bases de seis faixas compostas em nove dias, priorizando improvisação e energia crua em estúdio. Outro detalhe fascinante: lançado perto do 50º aniversário de Bowie, Earthling foi seu primeiro disco totalmente digital, refletindo a explosão da cena eletrônica londrina dos anos 90.

10 de fevereiro de 2026

J.T. & The Plastic Garden Band – Creek Smoke Confessional (2026)

 

01.Creek Smoke Confessional 06:13
02.Better Than A Drug 04:04
03.You Left Me With The Dishes 04:45
04.Jack of All Trades 03:11
05.Martha 04:09
06.My Love 04:22
07.The Day We Lost The Farm 04:14
08.Shake That Thing 03:28
09.That’s Life 05:59
10.Time 07:26
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Creek Smoke Confessional: A Fumaça que Inflama o Rock Alternativo!
Em 2026, J.T. & The Plastic Garden Band entregam um álbum que é puro fogo: Creek Smoke Confessional. Com uma fusão vibrante de rock psicodélico, folk introspectivo e toques de blues rural, o disco captura a essência de confissões brutas e ritmos hipnóticos. Liderado pelo carismático J.T. (vocal e guitarra), a banda conta com o baixista experimental Mia Torres e o baterista virtuoso Leo "Thunder" Ramirez, criando camadas sonoras únicas que misturam guitarras distorcidas com harmonias etéreas.
Destaques: incluem a faixa-título "Creek Smoke Confessional", uma jornada épica de 6 minutos com solos alucinantes, e "Time", o fechamento de 7 minutos que explora temas de perda e redenção com intensidade emocional. "Shake That Thing" injeta energia dançante, perfeita para fãs de grooves contagiantes, enquanto "The Day We Lost The Farm" evoca narrativas pessoais tocantes.
Curiosidade: O álbum foi gravado em uma cabana isolada às margens de um riacho no interior dos EUA, onde J.T. usou fumaça de fogueira para inspirar sessões noturnas improvisadas, adicionando um tom orgânico e místico. Outro detalhe fascinante: Participação especial do lendário produtor indie Alex Nova, que trouxe influências pós-pandemia, refletindo a resiliência coletiva em um mundo reerguido.