Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1962

Now Hear This (Chuck Jones/Maurice Noble) Nota: Tenho que mencionar o quanto Lawrence da Arábia foi importante no meu desabrochar como cinéfila, assistir aquele filme pela primeira vez foi de tal forma impactante que certamente está entre os três maiores momentos que me fizeram amar o cinema. A comunhão de Maurice Jarre, Freddie Young, PeterContinuar lendo “Os Filmes Bacanas de Cada Ano que o Cinema Viveu: 1962”

Dance of the Seven Veils (1970)

Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Parte 5 – Parte 6 – Parte 7 – Parte 8 – Parte 9 Para os não-fãs de Russell encontrar este filme não quer dizer absolutamente nada, mas para os fãs ardorosos o mínimo que pode acontecer é um momento de catatonia paraContinuar lendo “Dance of the Seven Veils (1970)”

Desafio interessante: 100+ Reading Challenge

É meio estranho e tudo mais porque vale aquela coisa óbvia do que importante é a qualidade e não a quantidade e blábláblá, mesmo porque neguinho que quer ler um livro de 500 páginas perderia feio para alguém mais adepto de quadrinhos, mas tirando toda essa bobajada, é um tipo de desafio muito mais interessanteContinuar lendo “Desafio interessante: 100+ Reading Challenge”

Knights On Bikes (1956)

Primeiro filme de Ken Russell, deus abençoe o youtube. O curioso é que já estão bem evidentes algumas das obsessões que Russell cultivaria ao longo da carreira, tal como a ênfase no crucifixo e no herói burlesco. Mais curioso ainda é semelhança com o que se tornaria o humor inglês a partir de Lester eContinuar lendo “Knights On Bikes (1956)”

Jogando com a Vida (Jinxed! 1982)

Working with star-actresses is demanding in terms of time and attention, and, yes, coddling, sometimes. People like Streisand and Goldie Hawn require reassurance, and they need to know their imput is valuable and possible. That’s why I don’t think male chauvinists can successfully direct strong females, as Don Siegel found out with Bette Midler inContinuar lendo “Jogando com a Vida (Jinxed! 1982)”

The Cat Piano (2009)

The Cat Piano by Eddie White Long ago my city’s luminous heart, beat with the song of four thousand cats. Crooners who shone in the moonlight mimicry of the spotlight. Jazz singers. Hip cats that went ‘Scat!’ Buskers with open-mouthed hats hungry for a feed. Parlours paraded purring glamorous songstresses. Smoky hookahs and smoking hookers.Continuar lendo “The Cat Piano (2009)”

Já que ninguém fala bem de fanático

Nunca vi uma defesa calma e não-fanática do fanatismo, então aqui vai uma: se você pudesse escolher ter o grau de certeza de um fanático, em relação a todas as coisas, escolheria um grau menor de certeza? E se pudesse escolher ter o grau de paixão de um fanático, em relação a todas as coisas,Continuar lendo “Já que ninguém fala bem de fanático”

Festival Musos do Bachrach: Boris Karloff

Só para lembrar que está rolando um Blogathon do tio Karloff comandado pelo Frankensteinia, onde podem ser encontrados links de todos os blogs participantes. E porque hoje é aniversário dele e amanhã é o de mamãe, embora ela divida o nome e aparência com Elsa Lanchester. Ainda bem.

Gordon Willis

Com esse negócio de Lauren Bacall pra cá, Roger Corman pra lá, notei certo desprezo por Gordon “The Prince Of Darkness” Willis. Diretor de Fotografia é o quê? O coletor de lixo das profissiões relacionadas ao cinema? Todo mundo finge que não existe? É isso? Para um homem que ajudou a construir uma quantidade razoávelContinuar lendo “Gordon Willis”

Herbert Richers (1923 – 2009)

Snoopy na versão brasileira Herbert Richers! Há mais de onde veio este. Quando passamos boa parte de nossas vidas ouvindo certas dublagens como a de Goonies, Duro de Matar, Máquina Mortífera, A Gata e o Rato, Caverna do Dragão, He-Man, Thundercats, Snoopy, entre outros, chega a ser desconfortável assistí-los com o som original. Por isso,Continuar lendo “Herbert Richers (1923 – 2009)”

10 anos de Clube da Luta

Se não me engano, foi em novembro de 1999 que vi Clube da Luta pela primeira vez, o dia obviamente não me lembro, mas foi no cinema e eu estava sem óculos – pois na época eu tinha três graus de miopia e não sabia – e não sabia mesmo, já que ninguém tem noçãoContinuar lendo “10 anos de Clube da Luta”

Rosita (1923)

“I parted company with him as soon as I could. I thought he was very unispired director. He as a director of doors. Everybody came in and out of doors… He’s a good man’s director – good for Jannings and people like that. But for me he was terrible. To tell the truth, I neverContinuar lendo “Rosita (1923)”

Whose little cat are you, blue eyes?

Somebody’s cat. A goddamn blue-eyed cat. *A Manhã Seguinte (The Morning After, Sidney Lumet, 1986) Nota: Não há prova maior do know-how de um cineasta do que um gato, a qualidade de um diretor é proporcional à maneira que ele mostra um gato em cena, este é um filme que pouco me agrada, mas aContinuar lendo “Whose little cat are you, blue eyes?”

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