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24/12/2020

Mothers of Invention - Trouble Every Day RAY COLLINS died 76 years, in 24-12- 2012

2012, American musician Ray Collins died aged 76. Vocalist hired Frank Zappa for cover band The Soul Giants in 1964. Collins was the lead vocalist on early Mothers of Invention albums, including Freak Out!, Absolutely Free, and Cruising with Ruben & the Jets and continued to contribute to other Frank Zappa projects through the mid-1970s.

19/11/2012

DIA DO MEU ANIVERSARIO- 19 NOVEMBRO

Nasci numa segunda-feira.
O meu signo é Escorpião.
A pedra é Topázio Amarelo ou citrino.
A flor de nascimento é o crisântemo.
Nasci no ano chinês do tigre.
Nos anos do cão tenho 350 anos de idade.
Tenho 18.263 dias de idade.
Tenho cerca de 438.331 horas de idade.
Tenho cerca 1,577,992,938 segundos.

27/07/2012

JOGOS OLIMPICOS 2012 LONDRES

Gaza, o corredor Bahaa al-Farra  durante uma sessão de treino no campo de refugiados de Shati em Gaza em 25 de Março. Os atletas de 19 anos de idade, treinam durante três horas por dia  no estádio de futebol Yarmouk Gaza, ao longo das ruas poeirentas e na praia, por formadores ​​que foram doados para o Comité Olímpico Palestina, por  ricos do Golfo Pérsico, Qatar.

JOGOS OLIMPICOS 2012 LONDRES

É HOJE ÁS 21 H, A DESLUMBRANTE E INESQUECIVEL ABERTURA DOS JOGOS OLIMPICOS 2012.

Rose Anderson adiciona gelo para o banho das companheiras Rachael Vanderwal e Natalie Stafford da equipa olímpica da Grã-Bretanha de basquete feminino, usado para regenerar os tecidos musculares após o treino.

JOGOS OLIMPICOS 2012 LONDRES

Austria, as sempre espectaculares imagens da natação sincronizada de Nadine Brandl (22- esquerda) e Livia Lang(18) durante uma sessão de treino em Maria Enzersdorf, a 12 de Maio, para os Jogos Olimpicos em Londres.

16/06/2012

PRIMAVERA SOUND 2012 PORTO


 A imensa procura pelos brindes
Excelente ambiente, magnífico espaço e um público internacional garantem um balanço muito positivo para o 1.º Optimus Primavera Sound no Porto. Nem a chuva de sábado conseguiu estragar a festa.

Nem a chuva de sábado abalou a ideia de que a 1ª edição do Optimus Primavera Sound, no Porto, valeu a pena. Pelo ambiente, magnífico, com a maior audiência estrangeira num festival português (50% da totalidade dos espectadores diários eram provenientes de 40 países) a dar um colorido descontraído ao recinto. Pelo lugar, o Parque da Cidade, aprovado por todos, público e bandas. 

Pela aposta num conceito onde, mais do que a saturação (de meios, de marcas, de estímulos), importa a relação transparente com o público. Pelo número de espectadores (cerca de 25 mil por dia), que superou as expectativas iniciais. E, claro, pela música.

Se na primeira noite registaram grandes concertos, sexta e sábado ouve-os em abundância. Pela diversidade e número de propostas, este é o tipo de festival onde cada um terá a sua própria narrativa do sucedido. Dificilmente se encontrará um número alargado de pessoas que chegue a algum consenso sobre os melhores momentos. Sinal de cartaz equilibrado.

Com quatro palcos a funcionar, ou se optava por ver apenas o que já se conhecia, ou deambulava-se pelo espaço, vendo alguns concertos na íntegra, mas na maior parte das vezes parcialmente. Escolhemos a segunda hipótese. Na sexta, confessamos, o único que vimos do início ao fim foi o dos Beach House. Pensávamos ficar só até meio, para vermos ainda os The Walkmen, mas não conseguimos, pois foi brilhante o concerto do duo americano, agora coadjuvado por um baterista. 

O responsável é Bloom, o novo álbum, onde aperfeiçoam a sua linguagem, colocando-a ao serviço de canções de intensidade emocional. Ao vivo, impõem agora um tipo de ambiente mais saturado, com voz, teclados, guitarra e elementos rítmicos mais puxados para cima. Mesmo quando as canções pediam algum recato, a assistência mostrava saber as letras de cor. Foi emocionante, com Victoria Legrand esticando ao limite os vocais, enquanto a guitarra ecoava uma e outra vez pela tenda.

Vários festivais num só
Este foi um festival com vários festivais. Quem gosta de sentido de espectáculo, com ironia e barroquismo, não se deve ter sentido desiludido com o canadiano Rufus Wainwright e os americanos Flaming Lips. 

O primeiro veio apresentar o novo álbum, Out Of The Game, mas foi quando puxou dos galões do passado que entusiasmou. Teatral, como sempre, dedicou Greek song à Grécia, sentou-se ao piano, atacou uma versão de Hallelujah e até foi buscar uma canção do pai, o cantor folk Loudon Wainwright. Apesar de já não ter a mesma vitalidade, ainda é capaz de conquistar uma plateia que parecia não ser sua.

 No primeiro dia não faltou o sol

Público é o que não falta ao excêntrico Wayne Coyne e aos seus Flaming Lips, que apresentaram um espectáculo aparatoso, com bolas de espelho, jovens eufóricas de ambos os lados do palco, confetti e o habitual número do cantor a circular pela cabeça dos espectadores dentro de uma bolha. A música tanto vai do rock psicadélico com requintes opulentos ao lirismo mais sôfrego, resultando numa prestação desequilibrada, mas que satisfez os admiradores mais empenhados.

Quase nos antípodas estão os que se revêem numa certa pureza rock, temperada por irónica rebeldia, como a dos americanos Black Lips e Thee Oh Sees, que tocaram para um público entusiasmado com o seu rock nervoso.

Para visões mais clássicas do rock alternativo, eis os históricos Yo La Tengo, que têm tanto de experimentação como de inteligibilidade, e os Wilco, com um espectáculo exigente, entre o apelo mais popular e a divagação à beira do improviso, com a música de raiz country ou folk a encontrar-se com rock.

Uma das supresas veio dos The Chairlift, em parte pela presença contagiante da cantora Caroline Polachek. Com uma sonoridade pop que não tem receio de procurar ângulos inusitados, como se comprova pelo óptimo álbum Something, os nova-iorquinos são ao vivo ainda mais vibrantes do que em disco. A sua música tem tanto de acessibilidade como de estranheza, num fluxo contínuo de energia.

Dançar de madrugada
E o ambiente no recinto? Magnífico. Às vezes toda a gente se senta na relva, como aconteceu no concerto dos Tennis, outras vezes, madrugada fora, dança-se ao som dos franceses M83, que vão da massa ruidosa do rock ao frenesim electrónico.

No sábado, a chuva apareceu com intensidade e os Death Cab For Cutie não actuaram. Atitude diferente tiveram os noruegueses Kings Of Convenience. A chuva já tinha acalmado, mas o som de um outro palco teimava em intrometer-se na sua música.

 Em vez de virarem costas às contrariedades, assumiram-nas. E o público rendeu-se. Inicialmente, com a multidão quase silenciosa a ouvir a sua filigrana folk. 
Depois vieram mais três músicos a interagir com a assistência, e esta a cantar as letras de cor. Foi bonito.

Já no palco ATP, os Dirty Three propunham uma catarse para violino, bateria e baixo, com Warren Ellis na habitual performance de fisicalidade caótica. No mesmo palco, surgiram os Forest Swords e os Demdike Stare, com a electrónica futurista do Reino Unido. E soube bem. Em particular os primeiros, com um baixista e um programador de sons em sintonia numa música sombria pós-burial.

Indefiníveis são os The Weeknd do canadiano Abel Tesfaye. A música parece enquadrável algures entre o R&B, o hip-hop e a electrónica. No entanto, não o é. Em disco, parecem um grupo de laboratório; em palco, apresentam um dinamismo surpreendente, com a voz em falsete de Abel sempre entrecortada por guitarras ruidosas e um balanço poderoso. Nem nós, que gostamos muito, esperávamos tanto.

A maior desilusão terão sido os Saint Etienne, os Spiritualized, embora tenham a enorme atenuante de terem actuado quando a chuva era intensa deram um bom concerto.

Sem grandes artefactos cénicos e com uma presença contida mas autêntica, os The xx voltaram a conquistar. E não optaram pelo mais fácil. Apresentaram algumas das canções do álbum Coexist, a lançar em Setembro, e passaram em revista o seu único álbum, com todas as canções a serem reconhecidas ao primeiro acorde.

 É esse efeito de reconhecimento - no som minimal mas penetrante e na postura introvertida mas verdadeira - que cria pontes com o público, dando origem a um clima especial nos concertos.

No dia seguinte, Domingo, na Casa da Música e no Hard Club, já em fim de festa, ainda houve concertos.

 E para o ano, garantiu a organização, haverá mais. Ainda bem, porque foi um excelente festival. Valeu mesmo a pena. 

Não custa acreditar que, no próximo ano, o desafio seja crescer de forma sustentada, sem desvirtuar o equilíbrio que se sentiu nesta 1.ª edição.

30/04/2012

Mundo celebra primeiro Dia Internacional do Jazz, 2012

 Hoje, dia 30 de abril, festeja-se, pela primeira vez, o Dia Internacional do Jazz.

A data, atribuída pela UNESCO, por proposta do músico e compositor Herbie Hancock, embaixador da boa vontade da UNESCO, realça a importância do estilo musical para a liberdade de expressão e para o diálogo intercultural ao longo dos séculos.

 Entre alguns dos motivos para a necessidade de se assinalar a data estão a liberdade de expressão inerentes às origens do jazz e o estímulo à inovação artística e à integração de formas musicais tradicionais nas novas expressões, muito visíveis nas fusões a que este género se dispõe

Irina Bokova, diretora geral da UNESCO, explica, no site, que a criação do Dia Internacional do Jazz se deve às circunstâncias da sua criação e os seus princípios. "A partir das suas raízes na escravatura, este tipo de música criou uma forte voz contra todas as formas de opressão. Representa uma linguagem de liberdade que é essencial a todas as culturas", coincidindo, na sua opinião, com os objectivos da organização.

Em Portugal, o evento vai ter uma grande representação em Lisboa, especialmente a cargo do Hot Club Portugal, que propõe uma maratona de jazz, em vários sítios da cidade, até às 22h00.
 
 O Dia Internacional do Jazz vai ter pouca representação no Porto, ao contrário de Lisboa, o evento não terá grande manifestações, aparte da "jam session" no Jazz Club Tribeca, na rua 31 de Janeiro.
 

História do Jazz

As raízes do jazz começam com a escravatura dos colonos trazidos de África para a América do Norte. Durante séculos trabalharam nas plantações de açúcar, café e tabaco, a troco de nada, em grande parte dos Estados Unidos da América. 

 Em Nova Orleães, uma cidade controlada pelos franceses, havia um grupo de pessoas de raça mestiça, normalmente filhos de colonizadores franceses e escravas, que viviam livres. Quando os espanhóis tomaram conta da cidade em 1764, os "mestiços" perderam as suas terras e foram obrigados a procurar trabalho. 

Grande parte deles, graças à educação musical a que tinham acesso, tornaram-se músicos nómadas, que adaptavam os cânticos de trabalho e de desespero que os escravos cantavam nas plantações aos concertos que davam.

Já depois da abolição da escravatura nos EUA, no início do século XX, os afroamericanos fugiram do racismo sulista em busca de trabalho nas grandes cidades como Chicago e Nova Iorque, expandindo, assim, o jazz. 

Ao longo do século XX foram surgindo grandes nomes deste estilo musical. Louis Armstrong e Duke Ellington, seguidos de Miles Davis, John Coltrane e Ornette Coleman, são, ainda hoje, referência daqueles que desfrutam deste género musical.

29/03/2012

THE BUNBURY MUSIC FESTIVAL 2012

The Bunbury Music Festival,  ocorre entre o dia 13-15 Julho,  em Sawyer Point e Yeatman Cove, Cincinnati, Ohio, e tem como cadeça de cartaz os Weezer, Death Cab For Cutie, Guided By Voices, e Jane’s Addiction, mais Dan Deacon, Manchester Orchestra, RJD2, Jukebox the Ghost, Ra Ra Riot, Grouplove, The Airborne Toxic Event, Minus the Bear, Maps & Atlases, LP, Foxy Shazam, 1,2,3, e YAWN, entre muitos outros.

25/03/2012

MARIA MATOS 2012

Destaques da programação musical do Maria Matos para os próximos três meses, em Lisboa. Magnetic Fields de Stephin Merrit (2 de Maio), com álbum novo acabado de editar, os excelentes Roll The Dice (4 de Abril), uma dupla sueca (Malcolm Pardon e Peder Mannerfeit) que se move pelos terrenos da electrónica exploratória, com influências do krautrock alemão, e com fama de concretizar espectáculos memoráveis, com auxílio de componente visual. O seu último álbum, do ano passado, chama-se In Dust.

O americano Josh T. Pearson, autor do álbum  folk  (Last Of The Country Gentlemen), que tocou  no âmbito do Mexefest de Dezembro, em Lisboa, regressa agora, a 22 de Maio, para um concerto inteiro, a solo. 

O alemão Robert Henke, histórico fundador do projecto electrónico Monolake, na companhia dos portugueses Pedro Carneiro e Ricardo Guerreiro, apresentar-se-á a 20 de Maio, no âmbito do ciclo Metasonic Opensound, da editora Granular. O projecto Filho da Mãe com convidados (a 24 de Abril) e Tiago Sousa (a 14 Junho)são os restantes.

16/03/2012

PRIMAVERA SOUND 2012

Está fechado o cartaz do Optimus Primavera Sound, em Junho.
A organização do festival Optimus Primavera Sound, anunciou os nomes que completam o cartaz do evento.

Os portugueses Linda Martini, o canadiano The Weeknd ; o projeto francês M83, os britânicos Suede, os norte-americanos Chairlift, os espanhóis The Right Ons, a StopEstra e os Ultramagnetic MCs estarão em data ainda por anunciar.

Björk
The Flaming Lips
Rufus Wainwright
Explosions in the Sky
The Walkmen
Wilco
Death Cab For Cutie
The xx
The Rapture
The Drums
Neon Indian
Jeff Mangum (Neutral Milk Hotel)
Olivia Tremor Control
Shellac
Yo La Tengo
Atlas Sound
Lee Ranaldo
Beach House
Spiritualized
Yann Tiersen
St Etienne
The Afghan Whigs
Codeine
The Dirty Three
War on Drugs
Other Lives
Baxter Dury
Tall Firs
Siskyou
Sleepy Sun
Wolves in the Throne Room
Wavves
Black Lips
Thee Oh Sees
Death Grips
Demdike Stare
James Ferraro and the Bodyguard
I Break Horses
Veronica Falls
John Talabot (live)
Washed Out
Numbers showcase
Erol Alkan
Gala Drop
We Trust
Bigott
Esperit!
Forest Swords
I Break Horses
Mujeres
Suede
M83
The Weeknd
The Right Ons
Chairlift
Ultramagnetic MCs
Linda Martini
StopEstra

01/03/2012

FORECASTLE FESTIVAL 2012

My Morning Jacket a banda principal e curadoria da edição deste ano do Forecastle Festival, de Louisville, Kentucky. Um mini-Bonnaroo que inclui as bandas Wilco, Girl Talk, Neko Case, Sleigh Bells, Andrew Bird, Beach House, Real Estate, Flying Lotus, Atlas Sound, A-Trak, Washed Out, Wye Oak, Dean Wareham playing Galaxie 500, Tanlines, Atmosphere, Jeff The Brotherhood, Deer Tick, Charles Bradley & His Extraordinaires, Dr. Dog, Justin Townes Earle, the Head And The Heart, e Daedalus.

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