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12 people found this review helpful
30.4 hrs on record (25.4 hrs at review time)
Eu nunca fui muito fã de Resident Evil 4 original, dado ao contexto da época, eu achava ele muito diferente da trilogia de survivor horror, e apesar de ter achado o jogo divertido, não gostei como um titulo de Resident Evil. Eu não tinha ideia que era o começo de uma nova (e polemica) trilogia. Hoje em dia, jogando o remake e tendo Resident Evil 5 como um dos meus favoritos, eu consigo ver o quão incrível, coerente e bom é Resident Evil 4.

Eu gostei de basicamente todos os mapas, da atmosfera mais gótica e aterrorizante. A partir desse titulo, a gente tem um Resident Evil mais arcade, ainda assim difícil dependendo da dificuldade que você escolher, e gostoso de brincar fazendo upgrades nas armas e matando ganados a rodo pelos mapas.

A história também é boa e é um excelente inicio de nova trilogia. Algo que a franquia estava precisando MUITO. Muita gente fala o quão importante foi a mudança de gameplay e câmera (concordo), mas a mudança de inimigos também foi fundamental para não deixar o jogo na mesmice, aqui a gente aprofunda na luta contra o bioterrorismo. E após zerar, consigo ver o motivo de muita gente torcer o nariz para Resident Evil 5 (um dos meus favs) que basicamente tenta reciclar muita coisa desse título, mas sem o mesmo brilho.
Posted April 22.
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0.0 hrs on record
Eu acho essa coisa de "flertar com o sobrenatural" muito em cima do muro. Nessa DLC você viaja para outra região, onde o mapa é maior que o da DLC anterior, tem o plus de ter outras "sub-regiões" que são os "pós-vida" dos faraós que você ira enfrentar. É legal que cada uma dessas regiões são bem distintas. É uma expansão muito legal e que vai lhe render muitas horas de jogo, mas acho muito forçado colocar nas costas das relíquias todas as experiências sobrenaturais que o Bayek vai ter, até porque não fica crível. Deviam ter embarcado de vez no sobrenatural, afinal de contas sobriedade é algo que essa franquia apenas finge ter.
Posted December 11, 2025. Last edited December 11, 2025.
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0.0 hrs on record
É uma DLC curta que explora um pouco mais sobre os "ocultos" após os acontecimentos do jogo base. Traz um mapa com uma estética arenosa, que em alguns momentos me lembrou o Revelations — não gostei muito do design e nem da falta de variedade de fauna e flora. As quests são bem mornas, mas é legal, pois é aqui que descobrimos o motivo de uma das regras dos assassinos existir. O mapa é "pequeno" e isso é legal para coletar tudo.
Posted December 6, 2025.
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126.7 hrs on record (71.9 hrs at review time)
Esse se tornou um dos meus jogos favoritos. Só não é o meu AC favorito, pois existe o 3. Mas o Origins é um EXCELENTE RPG, muito gostoso de explorar todo aquele vasto mundo egípcio. É impossível não reconhecer a influencia que The Witcher 3 teve no desenvolvimento desse jogo, mas o Origins conseguiu se inspirar e ter sua própria personalidade.

Muita gente torce o nariz para ele, pois diz que foi aqui onde a franquia começou a se perder... Pois eu vejo tudo que fez de AC grande aqui: Stealth sem ser obrigatório, escalar paredes (muito melhor do que nos antigos onde você grudava em tudo como se fosse o Homem-Aranha), assassinatos, história com foco em vingança, poder jogar no passado e presente — como nos velhos tempos, e um mapa cheio de icons para te irritar kkkk.

Tem gente que não gosta das side-quests, foi outro ponto muito bom. É claro que não estão ao nivel Fallout ou Skyrim, mas trazem histórias interessantes, mas realmente se torna repetitivo, pois toda side-quest se resume em invadir algum quartel e salvar ou matar alguém. mas é TÃO DIVERTIDO fazer isso em stealth, matando todos com o seu arco de predador (é como se fosse uma sniper, só que mais poderosa, pois você controla a flecha), que você vai amar invadir esses lugares e derrubar todo guarda e bandido que estiver pelo caminho.

Assassins Creed Origins não chega a ser do mesmo nivél que um The Witcher 3, mas é um excelente RPG e um dos melhores Assassin's Creed que eu já joguei (e olha que eu já joguei o subestimado Black Flag e o chatinho do 2).
Posted December 5, 2025.
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16.9 hrs on record (15.6 hrs at review time)
Infelizmente Saints Row The Third é zoeiro até demais. É legal bater na cara de um zumbi com um pinto de borracha? Demais! Mas o roteiro não se leva a serio em momento algum. A zoeira precisa ser levada a sério, para o jogo gerar algum tipo de profundidade, mesmo que seja de forma tosca. Seu antecessor também era engraçado, eu me lembro do meu personagem apanhando de senhoras num cemitério enquanto tentava guinchar um carro. Mas Saints Row 2 tem história, desenvolve os personagens, faz você gostar deles. Aqui os personagens secundários não são desenvolvidos, eles apenas estão lá. Você tem muita coisa louca acontecendo e isso é divertido, mas e a história? E os efeitos colaterais, as reações daquilo no mundo? O mundo é tão morto. Saints Row The Third é divertido nas primeiras quatro horas. Depois você continua por ser fácil, não chega a ser um jogo tedioso, mas não é tão bom quanto o 2 e infelizmente não dá para eu recomendar. Existem pessoas que defendem que foi no terceiro titulo que a franquia ganhou uma identidade, mas não me surpreende que após o quarto jogo a franquia morreu por tanto tempo, ele não se sustenta assim.
Posted September 10, 2025.
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41.8 hrs on record (37.5 hrs at review time)
Expectativa é uma coisa perigosa. Da mesma forma que exaltam o 2, exaltam o Black Flag, e eu acabei ficando com expectativas muita altas para ambos e me frustrei bastante no 2, mas o Black Flag conseguiu me conquistar, demorou quase que a campanha toda, mas me pegou.

O jogo foge da pegada mais "séria" que vimos no terceiro titulo da franquia, e traz um protagonista pirata que acaba se "esbarrando" nessa treta toda de templários e assassinos. Edward Kenway é divertido, sonhador e aventureiro e quebra bastante todo aquele lengalenga de vingança que tivemos nos seus antecessores. No entanto não me entendam mal quando digo que o jogo é mais zoeiro. Tem o final de game mais bonito que vi até agora na franquia, um tanto agridoce também.

A gameplay é basicamente a mesma de sempre, porém eles deram muito mais destaque para batalhas navais e eu sinceramente estava esperando jogar de assassino e não de pirata e confesso que essas batalhas quase que obrigatórias foram bem chatas. No 3 era até divertido, mas aqui ficou muito mais "aprofundado" e chato ter que ficar farmando metal e tecido para fazer upgrades em seu navio. Mas o steath está lá, viu? É muito prazeroso invadir armazéns, matar os guardas com seus dardos, era a minha parte favorita do jogo. Vi muita gente reclamando das missões de "escutar" e elas são chatas sim, mas não são difíceis. Achei a cidade de Havana linda, mas todas as outras pareciam seguir a mesma paleta de cor, como se não tivessem sua própria personalidade ou fossem tudo a mesma cidade divida por ilhas.

A história do mundo atual está lá, mas é rápida e meio estupida. Temos também uma dlc para a Aveline e eu pensei que vingariam a personagem mal aproveitada em Liberation, mas quando a expansão estava começando a ficar interessante acabou. Não vou comentar sobre Freedom Cry, pois estou jogando agora.

Black Flag é um Assassins Creed muito bacana, com sua personalidade, confesso que quando estava jogando eu não queria sair, no entanto quando eu saia demorava para voltar.
Posted August 29, 2025.
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10.1 hrs on record
Eu queria MUITO recomendar esse jogo, era o Assassin's Creed que eu mais queria jogar, mas infelizmente ele é ruim, sem alma, bugado e feito sem empenho.

A história do jogo é boa, mas aqui é mal contada, apressada — sem aprofundamento. As situações e personagens são jogados em nossa cara sem intuito algum de tentar fazer com que a gente goste deles, é como se o time por traz pensasse "ah, isso vai ser um spin-off para um videogame portátil, basta fazer qualquer coisa".

O mesmo posso dizer das missões. É tudo tão apressado, que as vezes você nem chega no local certo e já entra uma cutscene. E falando das missões... Não é porque o jogo traz um gráfico datado para à época que a gameplay precisava ser também... parece algum jogo de aventura e plataforma lançado pro Playstation 2 por algum estudio sem muitos recursos. O controle é meio duro, as vezes não responde bem, as sessões de QTE para matar jacarés são uma tortura, pois muitas vezes não responde. O jogo as vezes lembra uma copia de Tomb Raider para o mobile, ou seria Indiana Jones? Pois Aveline ganha até um chicote para poder ficar se despendurando por ai, até mesmo corre de pedras.

A ambientação também deixa a desejar. Temos três mapas principais: Nova Orleans, o pântano e uma cidade no México, que é basicamente um acampamento com construções maias (obviamente, pois precisava estereotipar tudo). A cidade de Nova Orleans até que é legal, mas o pântano é desastroso. É lá que mora coisas terríveis como por exemplo as texturas desse jogo. Umas texturas bem feias de arvores, raízes e arbustos que parecem mais terem saído de Free Fire. Sem contar que é insuportável andar por lá. Temos toda uma cultura de vodu para casar com os estereótipos de negros vivendo em Nova Orleans, mas nada muito aprofundado como tudo nesse jogo.

É claro que eles não sabiam o que fazer com a Aveline. A personagem é fofa, muito bela e mortal, mas e a personalidade?

O jogo traz um sistema único para a franquia de AC, que são as roupas de Aveline. Temos a outfit de assassina, a outfit de dama e por fim a de escrava. Sendo a de escrava e dama as mais faceis para andar em publico, pois os guardas não te atacam, mas tendo como ponto negativos serem outfits que deixam Aveline mais fraca. Um exemplo é que se vestindo de dama você não pode escalar. Mas falando francamente você pode matar duzias de inimigos com qualquer uma das roupas, não me senti sem poder com nenhuma das outfits. No entanto sendo Dama você pode seduzir alguns npcs que vão te dar coisas.

O sistema de armas me lembra ACIII: para mim não fez diferença, usei a que ganhei no inicio ate o fim. Único upgrades que fiz foram nas bolsas de bomba e veneno e também nem senti diferença.

Não preciso dizer que esse jogo é até mais fácil que ACII? Pois é, aqui acho que os guardas não me perseguiram UMA vez. Mas os bugs vão te dar alguns desafios ou o péssimo level design das quests.

Enfim, é um jogo rápido, muito triste ver que foi feito de qualquer jeito, não foi feito com carinho e sinceramente usar o PSVITA como desculpa não faz sentido para mim
Posted June 24, 2025. Last edited June 24, 2025.
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40.5 hrs on record
Infinitamente superior à trilogia do Ezio. Eu estava esperando o pior jogo de todos, mas temos uma atmosfera e gameplay mais sóbria, mais politica e um mundo mais interessante de se explorar.

Eu entendo as viúvas do Ezio. Imagina passar três jogos com o protagonista mulherengo, engraçado, branco, burguês e carismático. E então temos Connor: um pardo ingênuo com uma personalidade mais séria. Quase um Homem de Ferro vs Capitão América em termos de personalidade. É uma questão de dados, o tipo de personalidade que inseriram no Ezio tende a ser mais popular que a de Connor. Dito isso, eu prefiro o Connor.

Aqui temos uma narrativa que envolve muito conteúdo histórico, de um modo até mais direto que seus antecessores e talvez isso também desanime quem não é muito fã de história, pois vai ter muita cutscene discutindo a situação atual das Colônias (EUA).

A gameplay lembra a de seus antecessores. Enfrentar inimigos é até mais fácil e divertido. Mas o sistema de procurado ficou finalmente "desafiador", ao menos comparado aos jogos passados, em AC3 é mais "difícil" se tornar anônimo. Os cartazes de procurados não ficam em destaque no mapa e tem muito mais guardas pelas ruas de Boston e Nova York. Mas não é realmente difícil, só comparado aos outros jogos.

Não senti muita vontade de comprar novas armas, o sistema de upgrade parece ser inexistente aqui. Eu passei o jogo todo apenas com minha machadinha e era muito prazeroso. Existe novas armas, mas não existe novas armaduras para aumentar sua barra de vida. Eles retiraram também o sistema de medicina, aqui você se cura com o tempo.

Existe MUITAS missões secundarias. Tem uma linha inteira de missões na fazenda que são bem divertidas e te faz conhecer melhor os personagens da sua comunidade. É também o meio para conseguir fazer upgrades no sistema de crafting que te proporciona melhorar suas bombas, numero de munição, etc. Confesso que o sistema de crafting é o único ponto negativo que encontrei — é lento, complicado, nada intuitivo, tanto que eu desisti de mexer. Também há quests sobre um tesouro do Capitão Kidd, quests para liberar as cidades dos Templários, quests de caça, quests de assassinos, quests navais, entre outras — o mundo é vivo, cheio de coisa para se fazer e eu fiz quase todas as side-quests com exceção das páginas que ficam voando.

O Jogo é muito bom, tem duas cidades (Boston e Nova York), mais a área de caça chamada Fronteira e o mapa da sua fazenda que é basicamente uma comunidade. O jogo também traz mais sobre a história do presente, que confesso, achei ousada as decisões deles, quero ver como vai ser daqui para frente.
Posted June 23, 2025.
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18.5 hrs on record
Finalmente terminei a trilogia do Ezio e Revelations se tornou o meu segundo favorito da trilogia, perdendo apenas pro Brotherhood. Não tem como ficar em primeiro para mim, é um jogo muito bom, com gráficos e jogabilidade melhorados, mas é mais do mesmo, não que isso seja ruim, mas Brotherhood acaba marcando mais.

Revelations tem gostinho de despedida e encerra bem a história do Ezio, mas confesso que quando vi que Altair voltaria, eu esperava mais das missões jogadas com ele. O personagem que abriu a franquia merecia ter missões mais bem acabadas, a sensação que fiquei foi que eles fizeram de qualquer jeito.

Revelations traz a cidade mais bonita e colorida até então, dá gosto andar por ela. Traz tudo e mais um pouco que vimos em Brotherhood, mas dessa vez não senti muita vontade em tomar os fortes, nem de brincar naquele minigame de conquistar torres, aqui também temos de volta a irmandade de assassinos, com você podendo gerenciar missões e subir de nivel todos os assassinos que tu contrata, mas eu nem tive tempo ou vontade para mexer com isso. Eu segui apenas a história, que por sinal já nem me lembro muito bem. Acho bacana jogar com um Ezio veterano, uma lenda entre os assassinos, muito bom ver mais de Altair, mesmo que de modo tão desleixado, mas a história de Revelations não foi marcante.

Ah, e aqui eles investiram muito em BOMBAS! Tem como você criar vários tipos de bombas, o que é legal! Mas sei lá, mal usei elas. O jogo está mais fácil que o Brotherhood, mas em momento algum senti que fosse uma "dlc" do 2. O jogo tem sua própria identidade e bastante tempo de gameplay

E o Desmond? Bem, eu sempre fui uma daquelas pessoas que ama a historia atual, mas confesso que desisti das missões do Desmond. Não é difícil, apenas irritante. Eu já estava na quarta fase, tinha passado de tudo e de repente me vi no inicio da fase? Aquilo foi demais pra mim. Plataforma é até legal, mas estava irritante. O mesmo digo sobre a DLC que por sinal, se você quiser jogar vai ter que fazer um rolézinho, pois ela não esta disponível oficialmente.

Enfim, o jogo é legal, talvez deva esperar um pouco em vez de jogar logo em seguida do Brotherhood, digira primeiro. gameplay e gráficos melhorados, alguns minigames chatos ou mal temperados, história do Desmond irritante para completar e Altair de volta por meio de "flashbacks" jogáveis para sabermos o que houve com ele pós Assassins Creed 1.

Posted June 13, 2025.
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19.7 hrs on record
A evolução natural do primeiro jogo e justamente o que eu esperava do 2, mas não recebi. Brotherhood até agora é o meu Assassin's Creed favorito e quem o chama de DLC do 2 certamente não sabe o que é uma DLC. Sim, ele é mais curto que seus antecessores, mas suas missões são longas e ele é um jogo mais que completo.

Para eu falar bem do Brotherhood, eu preciso dar uma alfinetada no 2, que ao menos para mim, foi bem morno: cidades feias, desbotadas e mortas, missões fáceis até demais, mercenários e meretrizes em todo canto para te ajudar e uma grande facilidade para se tornar anônimo. Não me entendam, mal, eu ODEIO jogo difícil, mas a facilidade de Assassin's Creed 2 me surpreendeu. "ah, mas dizem que a gameplay de batalha é meio difícil" quase não precisei lutar com grupos de inimigos graças ao mercenários, ladrões e cortesãs que tinham em cada esquina, além do mais, a gameplay de batalha é a mesma de sempre: se defenda e contra-ataque.

Brotherwood trouxe algumas coisas do primeiro game que não estavam no segundo, mas aprimoradas e aprimorou tudo que criaram em Assassin's Creed 2. Aqui temos uma Roma linda, cheia de vida, cores e muita coisas para se fazer. As missões ficaram mais difíceis em comparação ao seu antecessor. A história é quase que a mesma coisa do primeiro, mas bem mais fácil de seguir sem precisar ficar lendo textos no menu do jogo. Não me entendam mal, o jogo não é difícil, é apenas difícil comparado ao II, aqui também trouxeram mecânicas que chegaram a calhar, como a irmandade de assassinos que, bem, assassinam os alvos para você, até mesmo em missões principais. No entanto diminuíram consideravelmente o numero de mercenários pelas ruas.

Finalmente entendi porque gostam do Ezio, ele é de fato um personagem carismático. O jogo é muito divertido, e as vezes da para ver semelhanças com seu primo Prince of Persia. Diferente de seus antecessores, Brotherwood se passa apenas em uma cidade, mas Roma já basta, é grande, com side-quests, caça ao tesouros, gerenciamento de negócios, gerenciamento da irmandade e muita parede para você se agarrar justamente quando não é para fazer.

A trama do presente está lá. Dessa vez deixam você sair do animus, mas sem necessidade alguma, já que no máximo que você recebe são pequenas frases da turma do Chaves que acompanha o Desmond. No entanto a gameplay do Desmond ficou um pouco mais longa, com ele dando uma de Lara Croft pulando daqui e acolá, algo bem plataforma, eu achei divertido.
Posted May 17, 2025.
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