Nesta altura de Páscoa, fico sempre com uma certa nostalgia por estas leituras. Reconstruir os últimos dias da vida de Cristo é interessante, assim como pensar que aquele nazareno que encontrou a morte em Jerusalém, se tornaria imortal em poucas décadas e ganharia uma força histórica capaz de mover milhões de pessoas e de criar datas como esta. É um facto que não morreu naquele dia…pois subsiste dois mil anos depois.
