Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como
seu único credo e mantêm certas crenças
fundamentais como sendo o ensino das Escrituras
Sagradas. Essas crenças, conforme apresentadas
aqui, constituem a compreensão e a expressão
do ensino das Escrituras por parte da Igreja.
Eventuais revisões destas declarações
podem ocorrer em uma assembleia da Associação
Geral, quando a Igreja for levada pelo Espírito Santo
a uma compreensão mais completa da verdade
bíblica ou encontrar melhor linguagem para
expressar os ensinos da Santa Palavra de Deus.
As Escrituras Sagradas
1
As Escrituras Sagradas, o
Antigo e o Novo Testamentos,
são a Palavra de Deus escrita,
dada por inspiração divina. Os
autores inspirados falaram e
escreveram ao serem movidos
pelo Espírito Santo.
Nesta Palavra, Deus
transmitiu à
humanidade
o conhecimento
necessário para a
salvação. As Escrituras
Sagradas são a
revelação
infalível, suprema e
repleta de autoridade de
sua vontade.
Constituem o padrão de
caráter, a prova da
experiência, o revelador
definitivo de doutrinas e
o registro fidedigno
dos atos de Deus na
história (Sl 119:105; Pv
30:5, 6; Is 8:20; Jo 17:17;
1Ts 2:13; 2Tm 3:16, 17;
Hb 4:12; 2Pe 1:20, 21).
A Trindade
2
Há um só Deus: Pai, Filho e
Espírito Santo, uma
unidade de três pessoas
coeternas. Deus é imortal,
onipotente, onisciente,
acima de tudo e sempre
presente. Ele é infinito e
está além da compreensão
humana, mas é conhecido
por meio de sua
autorrevelação.
Deus, que é amor, para
sempre é digno de culto,
adoração e serviço por
parte de toda a criação (Gn
1:26; Dt 6:4; Is 6:8; Mt
28:19; Jo 3:16; 2Co 1:21,
22; 13:14; Ef 4:4-6; 1Pe 1:2).
O Pai
3
Deus, o eterno Pai, é o criador, o
originador, o mantenedor e o
soberano de toda a criação. Ele
é justo e santo, compassivo e
clemente, tardio em irar-se e
grande em constante amor e
fidelidade. As qualidades e os
poderes manifestos no Filho e
no Espírito Santo também são
os mesmos do Pai (Gn 1:1; Dt
4:35; Sl 110:1, 4; Jo 3:16; 14:9;
1Co 15:28; 1Tm 1:17; 1Jo 4:8; Ap
4:11).
O Filho
4
Deus, o Filho Eterno, encarnou-
se como Jesus Cristo. Por meio
dele foram criadas todas as
coisas, é revelado o caráter de
Deus, efetuada a salvação da
humanidade e julgado o mundo.
Sendo para sempre
verdadeiramente Deus, Ele
se tornou também
verdadeiramente humano,
Jesus, o Cristo.
Foi concebido do
Espírito Santo e nasceu da
virgem Maria. Viveu e
experimentou a tentação
como ser humano, mas
exemplificou perfeitamente a
justiça e o amor de
Deus. Por seus milagres
manifestou o poder de Deus e
atestou que era o
Messias prometido por Deus.
Sofreu e morreu
voluntariamente na cruz
por nossos pecados e em
nosso lugar, foi
ressuscitado dentre os
mortos e ascendeu
ao Céu para ministrar no
santuário celestial em
nosso favor.
Virá outra
vez, em glória, para o
livramento final de seu
povo e a restauração de
todas as coisas (Is 53:4-6;
Dn 9:25-27; Lc 1:35; Jo
1:1-3, 14; 5:22; 10:30; 14:1-
3, 9, 13; Rm 6:23; 1Co
15:3, 4; 2Co 3:18; 5:17-19;
Fp 2:5-11; Cl 1:15-19; Hb
2:9-18; 8:1, 2).
O Espírito Santo
5
Deus, o Espírito Santo,
desempenhou uma parte
ativa com o Pai e o Filho
na criação, encarnação e
redenção. Ele é uma
pessoa tanto quanto o Pai
e o Filho. Inspirou os
escritores das Escrituras.
Encheu de poder a vida
de Cristo.
Atrai e convence os
seres humanos; e os
que se mostram
sensíveis são renovados
e transformados por Ele
à imagem de Deus.
Enviado pelo Pai e pelo
Filho para estar sempre
com seus filhos...
Ele concede dons espirituais à
igreja, a habilita a dar
testemunho de Cristo e, em
harmonia com as Escrituras,
guia-a em toda a verdade
(Gn 1:1, 2; 2Sm 23:2; Sl 51:11; Is
61:1; Lc 1:35; 4:18; Jo 14:16-18,
26; 15:26; 16:7-13;
At 1:8; 5:3; 10:38; Rm 5:5; 1Co
12:7-11; 2Co 3:18; 2Pe 1:21).
A Criação
6
Deus comunica por meio das
Escrituras o relato autêntico e
histórico de sua
atividade criadora. Ele criou o
universo; e, em uma criação
recente, que durou
seis dias, o Senhor fez “os céus
e a terra, o mar e tudo o que
neles há” e descansou
no sétimo dia.
Assim Ele estabeleceu o sábado
como memorial perpétuo da
obra que Ele realizou e terminou
em seis dias literais que, junto
com o sábado, constituem
a mesma unidade de tempo que
hoje chamamos de semana.
O primeiro homem e a primeira
mulher foram formados à
imagem de Deus como obra-
prima da criação, foi-lhes dado
domínio sobre o mundo e
atribuiu-se-lhes a
responsabilidade de cuidar dele.
Quando o mundo foi concluído,
ele era “muito bom”,
proclamando a glória de Deus
(Gn 1–2; 5; 11; Êx 20:8-11; Sl
19:1-6; 33:6, 9; 104; Is 45:12, 18;
At 17:24; Cl 1:16; Hb 1:2; 11:3;
Ap 10:6; 14:7).
A Natureza da
Humanidade
7
O homem e a mulher foram
formados à imagem de Deus
com individualidade,
poder e liberdade de pensar
e agir. Conquanto tenham
sido criados como seres
livres, cada um é uma
unidade indivisível de corpo,
mente e espírito, e
dependente de Deus quanto
à vida, respiração e tudo o
mais.
Quando nossos
primeiros pais
desobedeceram a Deus,
negaram sua dependência
dele e caíram de sua elevada
posição. A imagem de Deus
neles foi desfigurada, e
tornaram-se
sujeitos à morte. Seus
descendentes partilham
dessa natureza caída e de
suas consequências.
Nascem com fraquezas e
tendências para o mal.
Mas Deus, em Cristo,
reconciliou consigo o
mundo e por meio de seu
Espírito restaura
nos mortais penitentes a
imagem de seu Criador.
Criados para a glória
de Deus, são chamados
para amá-lo e amar uns
aos outros, e para cuidar
de seu ambiente (Gn 1:26-
28; 2:7, 15; 3; Sl 8:4-8;
51:5, 10; 58:3; Jr 17:9; At
17:24-28; Rm 5:12-17; 2Co
5:19, 20; Ef 2:3; 1Ts 5:23;
1Jo 3:4; 4:7, 8, 11, 20).
O Grande Conflito
8
Toda a humanidade está agora
envolvida no grande conflito
entre Cristo e Satanás quanto ao
caráter de Deus, sua lei e sua
soberania sobre o universo.
Esse conflito originou-se no Céu
quando um ser criado, dotado
de liberdade de escolha, por
exaltação própria, tornou-se
Satanás, o adversário de Deus, e
conduziu à rebelião uma parte
dos anjos.
Ele introduziu o espírito de
rebelião neste mundo, ao induzir
Adão e Eva ao pecado. Esse
pecado humano resultou
na deformação da imagem de
Deus na humanidade, no
transtorno do mundo
criado e em sua consequente
devastação por ocasião do
dilúvio global, conforme
retratado no relato histórico de
Gênesis 1 a 11.
Observado por toda a
criação, este mundo tornou-se
o palco do conflito universal,
dentro do qual será finalmente
vindicado o Deus de amor.
Para ajudar seu povo nesse
conflito, Cristo envia o Espírito
Santo e os anjos leais para os
guiar, proteger e amparar
no caminho da salvação (Gn 3;
6–8; Jó 1:6-12; Is 14:12-14; Ez
28:12-18; Rm 1:19-32; 3:4; 5:12-
21; 8:19-22; 1Co 4:9; Hb 1:14;
1Pe 5:8; 2Pe 3:6; Ap 12:4-9).
Vida, Morte e
Ressurreição de Cristo
9
Na vida de Cristo, de perfeita
obediência à vontade de Deus, e
em seu sofrimento, morte e
ressurreição, Deus proveu o
único meio de expiação do
pecado humano, de modo que
os que aceitam essa expiação
pela fé possam ter vida
eterna, e toda a criação
compreenda melhor o infinito e
santo amor do Criador.
Esta expiação perfeita
vindica a justiça da lei de
Deus e a benignidade de
seu caráter; pois ela não
somente condena o nosso
pecado, mas também
garante o nosso perdão. A
morte de Cristo é
substituinte e expiatória,
reconciliadora e
transformadora.
A ressurreição corpórea de
Cristo proclama a vitória de
Deus sobre as forças do mal, e
assegura a vitória final sobre o
pecado e a morte para
os que aceitam a expiação.
Proclama a soberania de Jesus
Cristo, diante do qual
se dobrará todo joelho, no Céu e
na Terra (Gn 3:15; Sl 22:1; Is 53;
Jo 3:16; 14:30; Rm 1:4; 3:25;
4:25; 8:3, 4; 1Co 15:3, 4, 20-22;
2Co 5:14, 15, 19-21; Fp 2:6-11; Cl
2:15; 1Pe 2:21, 22; 1Jo 2:2; 4:10).
A Experiência da Salvação
10
Em infinito amor e misericórdia,
Deus fez com que Cristo, que
não conheceu pecado, se
tornasse pecado por nós, para
que nele fôssemos feitos justiça
de Deus. Guiados pelo Espírito
Santo, sentimos nossa
necessidade, reconhecemos
nossa pecaminosidade,
arrependemo-nos de nossas
transgressões e temos fé em
Jesus como Salvador e Senhor,
Substituto e Exemplo.
Essa fé salvadora advém do
divino poder da Palavra e é o
dom da graça de Deus. Por meio
de Cristo, somos justificados,
adotados como filhos e filhas de
Deus, e libertados do domínio
do pecado. Por meio do Espírito,
nascemos de novo e somos
santificados; o Espírito renova
nossa mente, escreve a lei de
Deus, a lei de amor, em nosso
coração, e recebemos o poder
para levar uma vida santa.
Permanecendo nele, tornamo-nos
participantes da natureza divina
e temos a certeza da salvação
agora e no juízo (Gn 3:15; Is 45:22;
53; Jr 31:31-34; Ez 33:11; 36:25-27;
Hc 2:4; Mc 9:23, 24; Jo 3:3-8, 16;
16:8; Rm 3:21-26; 8:1-4, 14-17; 5:6-
10; 10:17; 12:2; 2Co 5:17-21; Gl
1:4; 3:13, 14, 26; 4:4-7; Ef 2:4-10;
Cl 1:13, 14; Tt 3:3-7; Hb 8:7-12;
1Pe 1:23; 2:21, 22; 2Pe 1:3, 4; Ap
13:8).
Crescimento em Cristo
11
Com sua morte na cruz,
Jesus triunfou sobre as
forças do mal. Aquele que
durante seu ministério
terrestre subjugou os
espíritos demoníacos,
quebrou o poder
do maligno e confirmou sua
condenação final.
A vitória de Jesus dá-nos a
vitória sobre as forças do
mal que ainda procuram
controlar-nos ao andarmos
com Ele em paz, alegria e
com a certeza de seu amor.
Agora, o Espírito Santo
habita em nós
e reveste-nos de poder.
Nesta nova liberdade em
Jesus, somos chamados
a crescer na semelhança de
seu caráter, comungando com
Ele diariamente em oração,
alimentando-nos de sua
Palavra, meditando nela e na
sua providência, cantando
seus louvores, nos reunindo
nos cultos e participando da
missão da igreja.
Também somos chamados a
seguir o exemplo de Cristo
pelo ministério compassivo
às necessidades físicas,
mentais, sociais, emocionais e
espirituais da humanidade.
Ao entregar-nos para o
amoroso serviço em prol dos
que estão em torno de nós e
ao testemunharmos de sua
salvação, sua constante
presença conosco
por meio do Espírito
transforma cada momento e
cada tarefa em uma
experiência
espiritual
(1Cr 29:11; Sl 1:1, 2; 23:4;
77:11, 12; Mt 20:25-28; 25:31-
46; Lc 10:17-20;
Jo 20:21; Rm 8:38, 39; 2Co
3:17, 18; Gl 5:22-25; Ef 5:19,
20; 6:12-18; Fp 3:7-14; Cl 1:13,
14; 2:6, 14, 15; 1Ts 5:16-18, 23;
Hb 10:25; Tg 1:27; 2Pe 2:9;
3:18; 1Jo 4:4).
A Igreja
12
A igreja é a comunidade de
crentes que confessam a
Jesus Cristo como
Senhor e Salvador. Em
continuidade do povo de Deus
nos tempos do Antigo
Testamento, somos
chamados para fora do
mundo;
E nos unimos para prestar
culto, para comunhão, para
instrução na Palavra, para a
celebração da Ceia
do Senhor, para o serviço a
toda a humanidade e para a
proclamação mundial
do evangelho. A igreja recebe
sua autoridade de Cristo, o
qual é a Palavra encarnada
revelada nas Escrituras.
A igreja é a família de Deus;
adotados por Ele
como filhos, seus membros
vivem com base no novo
concerto. A igreja é o corpo
de Cristo, uma comunidade de
fé, da qual o próprio Cristo é a
cabeça. A igreja
é a noiva pela qual Cristo
morreu para que pudesse
santificá-la e purificá-la.
A igreja é a família de Deus;
adotados por Ele
como filhos, seus membros
vivem com base no novo
concerto. A igreja é o corpo
de Cristo, uma comunidade de
fé, da qual o próprio Cristo é a
cabeça. A igreja
é a noiva pela qual Cristo
morreu para que pudesse
santificá-la e purificá-la.
Em sua volta triunfal, Ele a
apresentará a si mesmo igreja
gloriosa, os fiéis de todos
os séculos, a aquisição de
seu sangue, sem mácula, nem
ruga, porém santa
e sem defeito (Gn 12:1-3; Êx
19:3-7; Mt 16:13-20; 18:18;
28:19, 20; At 2:38-42; 7:38;
1Co 1:2; Ef 1:22, 23; 2:19-22;
3:8-11; 5:23-27; Cl 1:17, 18;
1Pe 2:9).
O Remanescente e sua
Missão
13
A igreja universal se compõe
de todos os que
verdadeiramente creem em
Cristo; mas, nos últimos dias,
um tempo de ampla apostasia,
um remanescente tem sido
chamado para guardar os
mandamentos de Deus e a fé
de Jesus.
Esse remanescente anuncia a
chegada da hora do Juízo,
proclama a salvação por meio
de Cristo e prediz a
aproximação de seu segundo
advento. Essa proclamação é
simbolizada pelos três anjos
de Apocalipse 14.
Ela coincide com a obra de
julgamento no Céu e resulta
em uma obra de
arrependimento e reforma na
Terra. Todo crente é
convidado a desempenhar
uma parte nesse testemunho
mundial
(Dn 7:9-14; Is 1:9; 11:11; Jr
23:3; Mq 2:12; 2Co 5:10; 1Pe
1:16-19; 4:17; 2Pe 3:10-14;
Jd 3, 14; Ap 12:17; 14:6-12;
18:1-4).
Unidade no Corpo de
Cristo
14
A igreja é um corpo com
muitos membros, chamados
de toda nação, tribo,
língua e povo. Em Cristo
somos uma nova criação.
Distinções de raça, cultura
e nacionalidade, e diferenças
entre altos e baixos, ricos e
pobres, homens e mulheres,
não devem ser motivo de
dissensões entre nós.
Todos somos iguais em
Cristo, o qual por um só
Espírito nos uniu em
comunhão com Ele e uns com
os outros. Devemos servir e
ser servidos sem parcialidade
ou restrição.
Mediante
a revelação de Jesus Cristo
nas Escrituras, partilhamos a
mesma fé e esperança,
e estendemos um só
testemunho para todos. Esta
unidade encontra sua fonte
na unidade do Deus triúno,
que nos adotou como seus
filhos (Sl 133:1; Mt 28:19,
20; Jo 17:20-23; At 17:26, 27;
Rm 12:4, 5; 1Co 12:12-14; 2Co
5:16, 17; Gl 3:27-29;
Ef 2:13-16; 4:3-6, 11-16; Cl
3:10-15).
O Batismo
15
Pelo batismo confessamos
nossa fé na morte e
ressurreição de Jesus Cristo e
testificamos nossa morte para
o pecado e nosso propósito
de andar em novidade
de vida. Assim reconhecemos
Cristo como Senhor e
Salvador, tornamo-nos
seu povo e somos aceitos por
sua igreja como membros.
O batismo é um símbolo
de nossa união com Cristo, do
perdão de nossos pecados e
do recebimento do
Espírito Santo. É por imersão
na água e depende de uma
afirmação de fé em Jesus
e da evidência de
arrependimento do pecado.
Segue-se à instrução nas
Escrituras Sagradas e à
aceitação de seus ensinos (Mt
28:19, 20; At 2:38; 16:30-33;
22:16; Rm 6:1-6; Gl 3:27; Cl
2:12, 13).
A Ceia do Senhor
16
A Ceia do Senhor é uma
participação nos emblemas
do corpo e do sangue
de Jesus, como expressão de
fé nele, nosso Senhor e
Salvador. Nessa experiência
de comunhão, Cristo se faz
presente para se encontrar
com seu povo e fortalecê-
lo. Participando da Ceia,
proclamamos alegremente a
morte do Senhor
até que Ele volte.
A preparação para a Ceia
envolve exame de
consciência, arrependimento
e confissão. O Mestre instituiu
a cerimônia do lava-pés para
denotar renovada purificação,
para expressar a disposição
de servir uns aos outros
em humildade semelhante à
de Cristo e para unir nossos
corações em amor.
A cerimônia da comunhão é
franqueada a todos os
cristãos (Mt 26:17-30;
Jo 6:48-63; 13:1-17; 1Co 10:16,
17; 11:23-30; Ap 3:20).
Dons e Ministérios
Espirituais
17
Deus concede a todos os
membros de sua igreja, em
todas as épocas, dons
espirituais que cada um deve
empregar em amoroso
ministério para o bem comum
da igreja e da humanidade.
Outorgados pela atuação do
Espírito Santo, o qual
os distribui a cada membro
como lhe apraz, os dons
proveem todas as aptidões
e ministérios de que a igreja
necessita para cumprir suas
funções divinamente
ordenadas.
De acordo com as Escrituras,
esses dons abrangem
ministérios como fé, cura,
profecia, proclamação,
ensino, administração,
reconciliação, compaixão e
serviço abnegado e caridade
para auxílio e encorajamento
das pessoas.
Alguns membros são
chamados por Deus e dotados
pelo Espírito para
funções reconhecidas pela
igreja em ministérios
pastorais, evangelísticos e de
ensino especialmente
necessários para habilitar os
membros para o serviço.
Também são chamados para
edificar a igreja, visando
alcançar a maturidade
espiritual e promover a
unidade da fé e do
conhecimento de Deus.
Quando os membros utilizam
esses dons espirituais como
fiéis mordomos da multiforme
graça de Deus, a igreja é
protegida contra a influência
demolidora de falsas
doutrinas, tem um
crescimento que provém de
Deus e é edificada na fé e no
amor (At 6:1-7; Rm 12:4-8;
1Co 12:7-11, 27, 28; Ef 4:8, 11-
16; 1Tm 3:1-13; 1Pe 4:10, 11).
O Dom de Profecia
18
As Escrituras revelam que um
dos dons do Espírito Santo é
a profecia. Esse dom é uma
característica da igreja
remanescente e nós cremos
que ele foi manifestado no
ministério de Ellen G. White.
Seus escritos falam com
autoridade profética e
proveem consolo, orientação,
instrução e correção para
a igreja. Eles também tornam
claro que a Bíblia é a norma
pela qual deve ser provado
todo ensino e experiência (Nm
12:6; 2Cr 20:20; Am 3:7; Jl
2:28, 29; At 2:14-21;
2Tm 3:16, 17; Hb 1:1-3; Ap
12:17; 19:10; 22:8, 9).
A Lei de Deus
19
Os grandes princípios da lei
de Deus são incorporados
nos Dez Mandamentos
e exemplificados na vida de
Cristo. Expressam o amor, a
vontade e os propósitos
de Deus acerca da conduta e
das relações humanas, e são
obrigatórios a todas as
pessoas, em todas as épocas.
Esses preceitos constituem a
base do concerto de Deus
com seu povo e a norma no
julgamento de Deus. Por meio
da atuação do Espírito Santo,
eles apontam para o pecado e
despertam o senso da
necessidade de um Salvador.
A salvação é inteiramente pela
graça, e não pelas obras, e
seu fruto é a obediência aos
mandamentos.
Essa obediência desenvolve o
caráter cristão e resulta em
uma sensação de bem-estar.
É evidência de nosso amor ao
Senhor e de nossa solicitude
pelos seres humanos. A
obediência da fé demonstra
o poder de Cristo para
transformar vidas e fortalece,
portanto, o testemunho
cristão
(Êx 20:1-17; Dt 28:1-14; Sl
19:7-14; 40:7, 8; Mt 5:17-20;
22:36-40; Jo 14:15; 15:7-10;
Rm 8:3, 4; Ef 2:8-10; Hb 8:8-
10; 1Jo 2:3; 5:3; Ap 12:17;
14:12).
O Sábado
20
O gracioso Criador, após os
seis dias da criação,
descansou no sétimo dia
e instituiu o sábado para
todas as pessoas como
memorial da criação. O quarto
mandamento da imutável lei
de Deus requer a observância
deste sábado do
sétimo dia como dia de
descanso, adoração e
ministério, em harmonia com
o ensino e prática de Jesus, o
Senhor do sábado.
O sábado é um dia de
deleitosa comunhão com
Deus e uns com os outros. É
um símbolo de nossa
redenção em Cristo, um sinal
de nossa santificação, uma
prova de nossa lealdade e um
antegozo de nosso futuro
eterno no reino de Deus.
O sábado é o sinal perpétuo
do eterno concerto de Deus
com seu povo. A prazerosa
observância deste tempo
sagrado duma tarde a outra
tarde, do pôr do sol ao pôr do
sol, é uma celebração
dos atos criadores e
redentores de Deus (Gn 2:1-3;
Êx 20:8-11; 31:13-17; Lv 23:32;
Dt 5:12-15; Is 56:5, 6; 58:13,
14; Ez 20:12, 20; Mt 12:1-12;
Mc 1:32; Lc 4:16; Hb 4:1-11).
Mordomia
21
Somos despenseiros de
Deus, responsáveis a Ele
pelo uso apropriado do
tempo e das
oportunidades,
capacidades e posses, e
das bênçãos da terra e
seus recursos que Ele
colocou sob o nosso
cuidado.
Reconhecemos o direito
de propriedade da parte
de Deus por meio de fiel
serviço a Ele e aos seres
humanos, e
devolvendo o dízimo e
dando ofertas para a
proclamação de seu
evangelho e para
a manutenção e o
crescimento de sua
igreja.
A mordomia é um privilégio
que Deus nos concede para
desenvolvimento no amor e
para vitória sobre o egoísmo
e a cobiça. Os mordomos se
alegram nas bênçãos que
advêm aos outros como
resultado de sua fidelidade
(Gn 1:26-28; 2:15; 1Cr 29:14;
Ag 1:3-11; Ml 3:8-12; Mt 23:23;
Rm 15:26, 27; 1Co 9:9-14; 2Co
8:1-15; 9:7).
Conduta Cristã
22
Somos chamados para ser um
povo piedoso que pensa,
sente e age em harmonia
com os princípios bíblicos em
todos os aspectos da vida
pessoal e social.
Para que o Espírito recrie em
nós o caráter de nosso
Senhor, só nos envolvemos
naquelas coisas que
produzem em nossa vida
pureza, saúde e alegria
semelhantes
às de Cristo.
Isso significa que nossas
diversões e entretenimentos
devem corresponder aos mais
altos padrões do gosto e
beleza cristãos. Embora
reconheçamos diferenças
culturais, nosso vestuário
deve ser simples, modesto
e de bom gosto, apropriado
àqueles cuja verdadeira
beleza não consiste no
adorno exterior, mas no
ornamento imperecível de um
espírito manso e tranquilo.
Significa também que, sendo
o nosso corpo o templo do
Espírito Santo, devemos
cuidar dele inteligentemente.
Junto com adequado
exercício e repouso, devemos
adotar a alimentação mais
saudável possível e abster-
nos dos alimentos
imundos identificados nas
Escrituras.
Visto que as bebidas
alcoólicas, o fumo e
o uso irresponsável de
medicamentos e narcóticos
são prejudiciais a nosso
corpo, também devemos
abaster-nos dessas coisas.
Em vez disso, devemos
empenhar- nos em tudo que
submeta nossos
pensamentos e nosso corpo à
disciplina de Cristo, o qual
deseja nossa integridade,
alegria e bem-estar (Gn 7:2;
Êx 20:15; Lv 11:1-47; Sl 106:3;
Rm 12:1, 2; 1Co 6:19, 20;
10:31; 2Co 6:14–7:1; 10:5; Ef
5:1-21; Fp 2:4; 4:8; 1Tm 2:9,
10; Tt 2:11, 12; 1Pe 3:1-4; 1Jo
2:6; 3Jo 2).
O Casamento e a Família
23
O casamento foi divinamente
estabelecido no Éden e
confirmado por Jesus
como união vitalícia entre um
homem e uma mulher, em
amoroso companheirismo.
Para o cristão, o
compromisso matrimonial é
com Deus bem como com
o cônjuge, e só deve ser
assumido entre um homem e
uma mulher que partilham
da mesma fé.
Mútuo amor, honra, respeito e
responsabilidade constituem
a estrutura dessa relação, a
qual deve refletir o amor, a
santidade, a intimidade
e a constância da relação
entre Cristo e sua igreja.
No tocante ao divórcio, Jesus
ensinou que a pessoa que se
divorcia do cônjuge, a não ser
por causa de fornicação,
e se casa com outro, comete
adultério. Conquanto algumas
relações de família fiquem aquém
do ideal, um homem e uma
mulher que se dedicam
inteiramente um ao outro em
Cristo por meio do casamento,
podem alcançar amorosa
unidade por meio da orientação
do Espírito e a instrução da
igreja.
Deus abençoa a família e deseja
que seus membros ajudem uns
aos outros a alcançar
completa maturidade. O aumento
da intimidade familiar é uma das
características da mensagem
final do evangelho. Os pais
devem educar seus filhos a amar
o Senhor e a obedecer-lhe.
Por seu exemplo e suas palavras,
devem ensinar-lhes que Cristo é
um guia terno, amoroso e
cuidadoso, que deseja que eles
se tornem membros de seu
corpo, a família de Deus, que é
formada tanto por solteiros
quanto por casados (Gn 2:18-25;
Êx 20:12; Dt 6:5-9; Pv 22:6; Ml 4:5,
6; Mt 5:31, 32; 19:3-9, 12; Mc
10:11, 12; Jo 2:1-11; 1Co 7:7, 10,
11; 2Co 6:14; Ef 5:21-33; 6:1-4).
O Ministério de Cristo no
Santuário Celestial
24
Há um santuário no Céu, o
verdadeiro tabernáculo que o
Senhor erigiu, não
seres humanos. Nele Cristo
ministra em nosso favor,
tornando acessíveis aos
crentes os benefícios de seu
sacrifício expiatório oferecido
uma vez por todas na
cruz.
Em sua ascensão, Ele foi
empossado como nosso grande
sumo sacerdote e começou seu
ministério intercessório, que foi
tipificado pela obra do sumo
sacerdote no lugar santo do
santuário terrestre.
Em 1844, no fim do período
profético dos 2.300 dias, Ele
iniciou a segunda e última etapa
de seu ministério expiatório, que
foi tipificado pela obra do sumo
sacerdote no lugar santíssimo
do santuário terrestre.
É uma obra de juízo investigativo,
a qual faz parte da eliminação
final de todo pecado, prefigurada
pela purificação do antigo
santuário hebraico, no Dia da
Expiação. Nesse serviço típico, o
santuário era purificado
com o sangue de sacrifícios de
animais, mas as coisas celestiais
são purificadas com o perfeito
sacrifício do sangue de Jesus.
O juízo investigativo revela
aos seres celestiais quem
dentre os mortos dorme em
Cristo, sendo, portanto,
nele, considerado digno de
ter parte na primeira
ressurreição.
Declara que os que
permaneceram leais a Deus
receberão o reino. A
terminação do ministério de
Cristo assinalará o fim do
tempo da graça para os seres
humanos, antes do segundo
advento (Lv 16; Nm 14:34; Ez
4:6; Dn 7:9-27; 8:13, 14; 9:24-
27; Hb 1:3; 2:16, 17; 4:14-16;
8:1-5; 9:11-28; 10:19-22; Ap
8:3-5; 11:19; 14:6, 7, 12;
20:12; 22:11, 12).
O Ministério de Cristo no
Santuário Celestial
25
A segunda vinda de Cristo é a
bendita esperança da igreja, o
grande ponto culminante do
evangelho. A vinda do Salvador
será literal, pessoal, visível e
universal.
Quando Ele voltar, os
justos falecidos serão
ressuscitados e,
juntamente com os justos
que estiverem vivos,
serão glorificados e
levados para o Céu, mas
os ímpios irão morrer. O
cumprimento quase
completo da maioria dos
aspectos da profecia e a
condição atual do mundo
indicam que a vinda de
Cristo está próxima.
O tempo exato desse
acontecimento não foi
revelado, e somos portanto
exortados a estar
preparados em todo o
tempo (Mt 24; Mc 13; Lc 21;
Jo 14:1-3; At 1:9-11; 1Co
15:51-54; 1Ts 4:13-18; 5:1-6;
2Ts 1:7-10; 2:8; 2Tm 3:1-5;
Tt 2:13; Hb 9:28; Ap 1:7;
14:14-20; 19:11-21).
Morte e Ressurreição
26
O salário do pecado é a
morte. Mas Deus, o único
que é imortal, concederá
vida eterna a seus remidos.
Até aquele dia, a morte é
um estado inconsciente
para todas as pessoas.
Quando Cristo, que é a
nossa vida, se
manifestar, os
justos ressuscitados e
os justos vivos serão
glorificados e
arrebatados para o
encontro de seu
Senhor.
A segunda ressurreição,
a ressurreição dos
ímpios, ocorrerá mil anos
mais tarde (Jó 19:25-27;
Sl 146:3, 4; Ec 9:5, 6, 10;
Dn 12:2, 13; Is 25:8; Jo
5:28, 29; 11:11-14; Rm
6:23; 16; 1Co 15:51-54; Cl
3:4; 1Ts 4:13-17;
1Tm 6:15; Ap 20:1-10).
O Milênio e o Fim do
Pecado
27
O milênio é o reinado de mil
anos de Cristo com seus
santos no Céu, entre
a primeira e a segunda
ressurreição. Durante esse
tempo serão julgados os
ímpios mortos. A Terra estará
completamente desolada, sem
seres humanos vivos,
mas ocupada por Satanás e
seus anjos.
No fim desse período, Cristo
com seus santos e a Cidade
Santa descerão do Céu à
Terra. Os ímpios mortos
serão então ressuscitados e,
com Satanás e seus anjos,
cercarão a cidade; mas fogo
de Deus os consumirá e
purificará a terra.
O universo ficará assim
eternamente livre do
pecado e dos pecadores
(Jr 4:23-26; Ez 28:18, 19;
Ml 4:1; 1Co 6:2, 3; Ap 20;
21:1-5).
A Nova Terra
28
Na Nova Terra, em que
habita justiça, Deus proverá
um lar eterno para os
remidos e um ambiente
perfeito para vida, amor,
alegria e aprendizado
eternos, em sua presença.
Aqui o próprio Deus
habitará com seu povo, e o
sofrimento e a morte
deixarão de existir
O grande conflito estará
terminado e não mais
haverá pecado. Todas as
coisas, animadas e
inanimadas, declararão
que Deus é amor; e Ele
reinará para todo o
sempre. Amém! (Is 35;
65:17-25; Mt 5:5;
2Pe 3:13; Ap 11:15; 21:1-7;
22:1-5).
Crenças Fundamentais .pptx

Crenças Fundamentais .pptx

  • 3.
    Os Adventistas doSétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm certas crenças fundamentais como sendo o ensino das Escrituras Sagradas. Essas crenças, conforme apresentadas aqui, constituem a compreensão e a expressão do ensino das Escrituras por parte da Igreja.
  • 4.
    Eventuais revisões destasdeclarações podem ocorrer em uma assembleia da Associação Geral, quando a Igreja for levada pelo Espírito Santo a uma compreensão mais completa da verdade bíblica ou encontrar melhor linguagem para expressar os ensinos da Santa Palavra de Deus.
  • 5.
  • 6.
    As Escrituras Sagradas,o Antigo e o Novo Testamentos, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina. Os autores inspirados falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo.
  • 7.
    Nesta Palavra, Deus transmitiuà humanidade o conhecimento necessário para a salvação. As Escrituras Sagradas são a revelação infalível, suprema e repleta de autoridade de sua vontade.
  • 8.
    Constituem o padrãode caráter, a prova da experiência, o revelador definitivo de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus na história (Sl 119:105; Pv 30:5, 6; Is 8:20; Jo 17:17; 1Ts 2:13; 2Tm 3:16, 17; Hb 4:12; 2Pe 1:20, 21).
  • 9.
  • 10.
    Há um sóDeus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito e está além da compreensão humana, mas é conhecido por meio de sua autorrevelação.
  • 11.
    Deus, que éamor, para sempre é digno de culto, adoração e serviço por parte de toda a criação (Gn 1:26; Dt 6:4; Is 6:8; Mt 28:19; Jo 3:16; 2Co 1:21, 22; 13:14; Ef 4:4-6; 1Pe 1:2).
  • 12.
  • 13.
    Deus, o eternoPai, é o criador, o originador, o mantenedor e o soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-se e grande em constante amor e fidelidade. As qualidades e os poderes manifestos no Filho e no Espírito Santo também são os mesmos do Pai (Gn 1:1; Dt 4:35; Sl 110:1, 4; Jo 3:16; 14:9; 1Co 15:28; 1Tm 1:17; 1Jo 4:8; Ap 4:11).
  • 14.
  • 15.
    Deus, o FilhoEterno, encarnou- se como Jesus Cristo. Por meio dele foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Sendo para sempre verdadeiramente Deus, Ele se tornou também verdadeiramente humano, Jesus, o Cristo.
  • 16.
    Foi concebido do EspíritoSanto e nasceu da virgem Maria. Viveu e experimentou a tentação como ser humano, mas exemplificou perfeitamente a justiça e o amor de Deus. Por seus milagres manifestou o poder de Deus e atestou que era o Messias prometido por Deus.
  • 17.
    Sofreu e morreu voluntariamentena cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu ao Céu para ministrar no santuário celestial em nosso favor.
  • 18.
    Virá outra vez, emglória, para o livramento final de seu povo e a restauração de todas as coisas (Is 53:4-6; Dn 9:25-27; Lc 1:35; Jo 1:1-3, 14; 5:22; 10:30; 14:1- 3, 9, 13; Rm 6:23; 1Co 15:3, 4; 2Co 3:18; 5:17-19; Fp 2:5-11; Cl 1:15-19; Hb 2:9-18; 8:1, 2).
  • 19.
  • 20.
    Deus, o EspíritoSanto, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na criação, encarnação e redenção. Ele é uma pessoa tanto quanto o Pai e o Filho. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo.
  • 21.
    Atrai e convenceos seres humanos; e os que se mostram sensíveis são renovados e transformados por Ele à imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho para estar sempre com seus filhos...
  • 22.
    Ele concede donsespirituais à igreja, a habilita a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as Escrituras, guia-a em toda a verdade (Gn 1:1, 2; 2Sm 23:2; Sl 51:11; Is 61:1; Lc 1:35; 4:18; Jo 14:16-18, 26; 15:26; 16:7-13; At 1:8; 5:3; 10:38; Rm 5:5; 1Co 12:7-11; 2Co 3:18; 2Pe 1:21).
  • 23.
  • 24.
    Deus comunica pormeio das Escrituras o relato autêntico e histórico de sua atividade criadora. Ele criou o universo; e, em uma criação recente, que durou seis dias, o Senhor fez “os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há” e descansou no sétimo dia.
  • 25.
    Assim Ele estabeleceuo sábado como memorial perpétuo da obra que Ele realizou e terminou em seis dias literais que, junto com o sábado, constituem a mesma unidade de tempo que hoje chamamos de semana.
  • 26.
    O primeiro homeme a primeira mulher foram formados à imagem de Deus como obra- prima da criação, foi-lhes dado domínio sobre o mundo e atribuiu-se-lhes a responsabilidade de cuidar dele. Quando o mundo foi concluído, ele era “muito bom”, proclamando a glória de Deus (Gn 1–2; 5; 11; Êx 20:8-11; Sl 19:1-6; 33:6, 9; 104; Is 45:12, 18; At 17:24; Cl 1:16; Hb 1:2; 11:3; Ap 10:6; 14:7).
  • 27.
  • 28.
    O homem ea mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade, poder e liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e espírito, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais.
  • 29.
    Quando nossos primeiros pais desobedecerama Deus, negaram sua dependência dele e caíram de sua elevada posição. A imagem de Deus neles foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilham dessa natureza caída e de suas consequências.
  • 30.
    Nascem com fraquezase tendências para o mal. Mas Deus, em Cristo, reconciliou consigo o mundo e por meio de seu Espírito restaura nos mortais penitentes a imagem de seu Criador.
  • 31.
    Criados para aglória de Deus, são chamados para amá-lo e amar uns aos outros, e para cuidar de seu ambiente (Gn 1:26- 28; 2:7, 15; 3; Sl 8:4-8; 51:5, 10; 58:3; Jr 17:9; At 17:24-28; Rm 5:12-17; 2Co 5:19, 20; Ef 2:3; 1Ts 5:23; 1Jo 3:4; 4:7, 8, 11, 20).
  • 32.
  • 33.
    Toda a humanidadeestá agora envolvida no grande conflito entre Cristo e Satanás quanto ao caráter de Deus, sua lei e sua soberania sobre o universo. Esse conflito originou-se no Céu quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria, tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos.
  • 34.
    Ele introduziu oespírito de rebelião neste mundo, ao induzir Adão e Eva ao pecado. Esse pecado humano resultou na deformação da imagem de Deus na humanidade, no transtorno do mundo criado e em sua consequente devastação por ocasião do dilúvio global, conforme retratado no relato histórico de Gênesis 1 a 11.
  • 35.
    Observado por todaa criação, este mundo tornou-se o palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. Para ajudar seu povo nesse conflito, Cristo envia o Espírito Santo e os anjos leais para os guiar, proteger e amparar no caminho da salvação (Gn 3; 6–8; Jó 1:6-12; Is 14:12-14; Ez 28:12-18; Rm 1:19-32; 3:4; 5:12- 21; 8:19-22; 1Co 4:9; Hb 1:14; 1Pe 5:8; 2Pe 3:6; Ap 12:4-9).
  • 36.
  • 37.
    Na vida deCristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam essa expiação pela fé possam ter vida eterna, e toda a criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador.
  • 38.
    Esta expiação perfeita vindicaa justiça da lei de Deus e a benignidade de seu caráter; pois ela não somente condena o nosso pecado, mas também garante o nosso perdão. A morte de Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e transformadora.
  • 39.
    A ressurreição corpóreade Cristo proclama a vitória de Deus sobre as forças do mal, e assegura a vitória final sobre o pecado e a morte para os que aceitam a expiação. Proclama a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrará todo joelho, no Céu e na Terra (Gn 3:15; Sl 22:1; Is 53; Jo 3:16; 14:30; Rm 1:4; 3:25; 4:25; 8:3, 4; 1Co 15:3, 4, 20-22; 2Co 5:14, 15, 19-21; Fp 2:6-11; Cl 2:15; 1Pe 2:21, 22; 1Jo 2:2; 4:10).
  • 40.
    A Experiência daSalvação 10
  • 41.
    Em infinito amore misericórdia, Deus fez com que Cristo, que não conheceu pecado, se tornasse pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo, sentimos nossa necessidade, reconhecemos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Salvador e Senhor, Substituto e Exemplo.
  • 42.
    Essa fé salvadoraadvém do divino poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo, somos justificados, adotados como filhos e filhas de Deus, e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos santificados; o Espírito renova nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei de amor, em nosso coração, e recebemos o poder para levar uma vida santa.
  • 43.
    Permanecendo nele, tornamo-nos participantesda natureza divina e temos a certeza da salvação agora e no juízo (Gn 3:15; Is 45:22; 53; Jr 31:31-34; Ez 33:11; 36:25-27; Hc 2:4; Mc 9:23, 24; Jo 3:3-8, 16; 16:8; Rm 3:21-26; 8:1-4, 14-17; 5:6- 10; 10:17; 12:2; 2Co 5:17-21; Gl 1:4; 3:13, 14, 26; 4:4-7; Ef 2:4-10; Cl 1:13, 14; Tt 3:3-7; Hb 8:7-12; 1Pe 1:23; 2:21, 22; 2Pe 1:3, 4; Ap 13:8).
  • 44.
  • 45.
    Com sua mortena cruz, Jesus triunfou sobre as forças do mal. Aquele que durante seu ministério terrestre subjugou os espíritos demoníacos, quebrou o poder do maligno e confirmou sua condenação final.
  • 46.
    A vitória deJesus dá-nos a vitória sobre as forças do mal que ainda procuram controlar-nos ao andarmos com Ele em paz, alegria e com a certeza de seu amor. Agora, o Espírito Santo habita em nós e reveste-nos de poder.
  • 47.
    Nesta nova liberdadeem Jesus, somos chamados a crescer na semelhança de seu caráter, comungando com Ele diariamente em oração, alimentando-nos de sua Palavra, meditando nela e na sua providência, cantando seus louvores, nos reunindo nos cultos e participando da missão da igreja.
  • 48.
    Também somos chamadosa seguir o exemplo de Cristo pelo ministério compassivo às necessidades físicas, mentais, sociais, emocionais e espirituais da humanidade.
  • 49.
    Ao entregar-nos parao amoroso serviço em prol dos que estão em torno de nós e ao testemunharmos de sua salvação, sua constante presença conosco por meio do Espírito transforma cada momento e cada tarefa em uma experiência espiritual
  • 50.
    (1Cr 29:11; Sl1:1, 2; 23:4; 77:11, 12; Mt 20:25-28; 25:31- 46; Lc 10:17-20; Jo 20:21; Rm 8:38, 39; 2Co 3:17, 18; Gl 5:22-25; Ef 5:19, 20; 6:12-18; Fp 3:7-14; Cl 1:13, 14; 2:6, 14, 15; 1Ts 5:16-18, 23; Hb 10:25; Tg 1:27; 2Pe 2:9; 3:18; 1Jo 4:4).
  • 51.
  • 52.
    A igreja éa comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Em continuidade do povo de Deus nos tempos do Antigo Testamento, somos chamados para fora do mundo;
  • 53.
    E nos unimospara prestar culto, para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para o serviço a toda a humanidade e para a proclamação mundial do evangelho. A igreja recebe sua autoridade de Cristo, o qual é a Palavra encarnada revelada nas Escrituras.
  • 54.
    A igreja éa família de Deus; adotados por Ele como filhos, seus membros vivem com base no novo concerto. A igreja é o corpo de Cristo, uma comunidade de fé, da qual o próprio Cristo é a cabeça. A igreja é a noiva pela qual Cristo morreu para que pudesse santificá-la e purificá-la.
  • 55.
    A igreja éa família de Deus; adotados por Ele como filhos, seus membros vivem com base no novo concerto. A igreja é o corpo de Cristo, uma comunidade de fé, da qual o próprio Cristo é a cabeça. A igreja é a noiva pela qual Cristo morreu para que pudesse santificá-la e purificá-la.
  • 56.
    Em sua voltatriunfal, Ele a apresentará a si mesmo igreja gloriosa, os fiéis de todos os séculos, a aquisição de seu sangue, sem mácula, nem ruga, porém santa e sem defeito (Gn 12:1-3; Êx 19:3-7; Mt 16:13-20; 18:18; 28:19, 20; At 2:38-42; 7:38; 1Co 1:2; Ef 1:22, 23; 2:19-22; 3:8-11; 5:23-27; Cl 1:17, 18; 1Pe 2:9).
  • 57.
    O Remanescente esua Missão 13
  • 58.
    A igreja universalse compõe de todos os que verdadeiramente creem em Cristo; mas, nos últimos dias, um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido chamado para guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus.
  • 59.
    Esse remanescente anunciaa chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de seu segundo advento. Essa proclamação é simbolizada pelos três anjos de Apocalipse 14.
  • 60.
    Ela coincide coma obra de julgamento no Céu e resulta em uma obra de arrependimento e reforma na Terra. Todo crente é convidado a desempenhar uma parte nesse testemunho mundial (Dn 7:9-14; Is 1:9; 11:11; Jr 23:3; Mq 2:12; 2Co 5:10; 1Pe 1:16-19; 4:17; 2Pe 3:10-14; Jd 3, 14; Ap 12:17; 14:6-12; 18:1-4).
  • 61.
    Unidade no Corpode Cristo 14
  • 62.
    A igreja éum corpo com muitos membros, chamados de toda nação, tribo, língua e povo. Em Cristo somos uma nova criação. Distinções de raça, cultura e nacionalidade, e diferenças entre altos e baixos, ricos e pobres, homens e mulheres, não devem ser motivo de dissensões entre nós.
  • 63.
    Todos somos iguaisem Cristo, o qual por um só Espírito nos uniu em comunhão com Ele e uns com os outros. Devemos servir e ser servidos sem parcialidade ou restrição.
  • 64.
    Mediante a revelação deJesus Cristo nas Escrituras, partilhamos a mesma fé e esperança, e estendemos um só testemunho para todos. Esta unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como seus filhos (Sl 133:1; Mt 28:19, 20; Jo 17:20-23; At 17:26, 27; Rm 12:4, 5; 1Co 12:12-14; 2Co 5:16, 17; Gl 3:27-29; Ef 2:13-16; 4:3-6, 11-16; Cl 3:10-15).
  • 65.
  • 66.
    Pelo batismo confessamos nossafé na morte e ressurreição de Jesus Cristo e testificamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos Cristo como Senhor e Salvador, tornamo-nos seu povo e somos aceitos por sua igreja como membros.
  • 67.
    O batismo éum símbolo de nossa união com Cristo, do perdão de nossos pecados e do recebimento do Espírito Santo. É por imersão na água e depende de uma afirmação de fé em Jesus e da evidência de arrependimento do pecado. Segue-se à instrução nas Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos (Mt 28:19, 20; At 2:38; 16:30-33; 22:16; Rm 6:1-6; Gl 3:27; Cl 2:12, 13).
  • 68.
    A Ceia doSenhor 16
  • 69.
    A Ceia doSenhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nele, nosso Senhor e Salvador. Nessa experiência de comunhão, Cristo se faz presente para se encontrar com seu povo e fortalecê- lo. Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte do Senhor até que Ele volte.
  • 70.
    A preparação paraa Ceia envolve exame de consciência, arrependimento e confissão. O Mestre instituiu a cerimônia do lava-pés para denotar renovada purificação, para expressar a disposição de servir uns aos outros em humildade semelhante à de Cristo e para unir nossos corações em amor.
  • 71.
    A cerimônia dacomunhão é franqueada a todos os cristãos (Mt 26:17-30; Jo 6:48-63; 13:1-17; 1Co 10:16, 17; 11:23-30; Ap 3:20).
  • 72.
  • 73.
    Deus concede atodos os membros de sua igreja, em todas as épocas, dons espirituais que cada um deve empregar em amoroso ministério para o bem comum da igreja e da humanidade.
  • 74.
    Outorgados pela atuaçãodo Espírito Santo, o qual os distribui a cada membro como lhe apraz, os dons proveem todas as aptidões e ministérios de que a igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas.
  • 75.
    De acordo comas Escrituras, esses dons abrangem ministérios como fé, cura, profecia, proclamação, ensino, administração, reconciliação, compaixão e serviço abnegado e caridade para auxílio e encorajamento das pessoas.
  • 76.
    Alguns membros são chamadospor Deus e dotados pelo Espírito para funções reconhecidas pela igreja em ministérios pastorais, evangelísticos e de ensino especialmente necessários para habilitar os membros para o serviço.
  • 77.
    Também são chamadospara edificar a igreja, visando alcançar a maturidade espiritual e promover a unidade da fé e do conhecimento de Deus.
  • 78.
    Quando os membrosutilizam esses dons espirituais como fiéis mordomos da multiforme graça de Deus, a igreja é protegida contra a influência demolidora de falsas doutrinas, tem um crescimento que provém de Deus e é edificada na fé e no amor (At 6:1-7; Rm 12:4-8; 1Co 12:7-11, 27, 28; Ef 4:8, 11- 16; 1Tm 3:1-13; 1Pe 4:10, 11).
  • 79.
    O Dom deProfecia 18
  • 80.
    As Escrituras revelamque um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Esse dom é uma característica da igreja remanescente e nós cremos que ele foi manifestado no ministério de Ellen G. White.
  • 81.
    Seus escritos falamcom autoridade profética e proveem consolo, orientação, instrução e correção para a igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo ensino e experiência (Nm 12:6; 2Cr 20:20; Am 3:7; Jl 2:28, 29; At 2:14-21; 2Tm 3:16, 17; Hb 1:1-3; Ap 12:17; 19:10; 22:8, 9).
  • 82.
    A Lei deDeus 19
  • 83.
    Os grandes princípiosda lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórios a todas as pessoas, em todas as épocas.
  • 84.
    Esses preceitos constituema base do concerto de Deus com seu povo e a norma no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador. A salvação é inteiramente pela graça, e não pelas obras, e seu fruto é a obediência aos mandamentos.
  • 85.
    Essa obediência desenvolveo caráter cristão e resulta em uma sensação de bem-estar. É evidência de nosso amor ao Senhor e de nossa solicitude pelos seres humanos. A obediência da fé demonstra o poder de Cristo para transformar vidas e fortalece, portanto, o testemunho cristão
  • 86.
    (Êx 20:1-17; Dt28:1-14; Sl 19:7-14; 40:7, 8; Mt 5:17-20; 22:36-40; Jo 14:15; 15:7-10; Rm 8:3, 4; Ef 2:8-10; Hb 8:8- 10; 1Jo 2:3; 5:3; Ap 12:17; 14:12).
  • 87.
  • 88.
    O gracioso Criador,após os seis dias da criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para todas as pessoas como memorial da criação. O quarto mandamento da imutável lei de Deus requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e prática de Jesus, o Senhor do sábado.
  • 89.
    O sábado éum dia de deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros. É um símbolo de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa santificação, uma prova de nossa lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino de Deus.
  • 90.
    O sábado éo sinal perpétuo do eterno concerto de Deus com seu povo. A prazerosa observância deste tempo sagrado duma tarde a outra tarde, do pôr do sol ao pôr do sol, é uma celebração dos atos criadores e redentores de Deus (Gn 2:1-3; Êx 20:8-11; 31:13-17; Lv 23:32; Dt 5:12-15; Is 56:5, 6; 58:13, 14; Ez 20:12, 20; Mt 12:1-12; Mc 1:32; Lc 4:16; Hb 4:1-11).
  • 91.
  • 92.
    Somos despenseiros de Deus,responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, capacidades e posses, e das bênçãos da terra e seus recursos que Ele colocou sob o nosso cuidado.
  • 93.
    Reconhecemos o direito depropriedade da parte de Deus por meio de fiel serviço a Ele e aos seres humanos, e devolvendo o dízimo e dando ofertas para a proclamação de seu evangelho e para a manutenção e o crescimento de sua igreja.
  • 94.
    A mordomia éum privilégio que Deus nos concede para desenvolvimento no amor e para vitória sobre o egoísmo e a cobiça. Os mordomos se alegram nas bênçãos que advêm aos outros como resultado de sua fidelidade (Gn 1:26-28; 2:15; 1Cr 29:14; Ag 1:3-11; Ml 3:8-12; Mt 23:23; Rm 15:26, 27; 1Co 9:9-14; 2Co 8:1-15; 9:7).
  • 95.
  • 96.
    Somos chamados paraser um povo piedoso que pensa, sente e age em harmonia com os princípios bíblicos em todos os aspectos da vida pessoal e social. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, só nos envolvemos naquelas coisas que produzem em nossa vida pureza, saúde e alegria semelhantes às de Cristo.
  • 97.
    Isso significa quenossas diversões e entretenimentos devem corresponder aos mais altos padrões do gosto e beleza cristãos. Embora reconheçamos diferenças culturais, nosso vestuário deve ser simples, modesto e de bom gosto, apropriado àqueles cuja verdadeira beleza não consiste no adorno exterior, mas no ornamento imperecível de um espírito manso e tranquilo.
  • 98.
    Significa também que,sendo o nosso corpo o templo do Espírito Santo, devemos cuidar dele inteligentemente. Junto com adequado exercício e repouso, devemos adotar a alimentação mais saudável possível e abster- nos dos alimentos imundos identificados nas Escrituras.
  • 99.
    Visto que asbebidas alcoólicas, o fumo e o uso irresponsável de medicamentos e narcóticos são prejudiciais a nosso corpo, também devemos abaster-nos dessas coisas.
  • 100.
    Em vez disso,devemos empenhar- nos em tudo que submeta nossos pensamentos e nosso corpo à disciplina de Cristo, o qual deseja nossa integridade, alegria e bem-estar (Gn 7:2; Êx 20:15; Lv 11:1-47; Sl 106:3; Rm 12:1, 2; 1Co 6:19, 20; 10:31; 2Co 6:14–7:1; 10:5; Ef 5:1-21; Fp 2:4; 4:8; 1Tm 2:9, 10; Tt 2:11, 12; 1Pe 3:1-4; 1Jo 2:6; 3Jo 2).
  • 101.
    O Casamento ea Família 23
  • 102.
    O casamento foidivinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre um homem e uma mulher que partilham da mesma fé.
  • 103.
    Mútuo amor, honra,respeito e responsabilidade constituem a estrutura dessa relação, a qual deve refletir o amor, a santidade, a intimidade e a constância da relação entre Cristo e sua igreja.
  • 104.
    No tocante aodivórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e se casa com outro, comete adultério. Conquanto algumas relações de família fiquem aquém do ideal, um homem e uma mulher que se dedicam inteiramente um ao outro em Cristo por meio do casamento, podem alcançar amorosa unidade por meio da orientação do Espírito e a instrução da igreja.
  • 105.
    Deus abençoa afamília e deseja que seus membros ajudem uns aos outros a alcançar completa maturidade. O aumento da intimidade familiar é uma das características da mensagem final do evangelho. Os pais devem educar seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-lhe.
  • 106.
    Por seu exemploe suas palavras, devem ensinar-lhes que Cristo é um guia terno, amoroso e cuidadoso, que deseja que eles se tornem membros de seu corpo, a família de Deus, que é formada tanto por solteiros quanto por casados (Gn 2:18-25; Êx 20:12; Dt 6:5-9; Pv 22:6; Ml 4:5, 6; Mt 5:31, 32; 19:3-9, 12; Mc 10:11, 12; Jo 2:1-11; 1Co 7:7, 10, 11; 2Co 6:14; Ef 5:21-33; 6:1-4).
  • 107.
    O Ministério deCristo no Santuário Celestial 24
  • 108.
    Há um santuáriono Céu, o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não seres humanos. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crentes os benefícios de seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por todas na cruz.
  • 109.
    Em sua ascensão,Ele foi empossado como nosso grande sumo sacerdote e começou seu ministério intercessório, que foi tipificado pela obra do sumo sacerdote no lugar santo do santuário terrestre.
  • 110.
    Em 1844, nofim do período profético dos 2.300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de seu ministério expiatório, que foi tipificado pela obra do sumo sacerdote no lugar santíssimo do santuário terrestre.
  • 111.
    É uma obrade juízo investigativo, a qual faz parte da eliminação final de todo pecado, prefigurada pela purificação do antigo santuário hebraico, no Dia da Expiação. Nesse serviço típico, o santuário era purificado com o sangue de sacrifícios de animais, mas as coisas celestiais são purificadas com o perfeito sacrifício do sangue de Jesus.
  • 112.
    O juízo investigativorevela aos seres celestiais quem dentre os mortos dorme em Cristo, sendo, portanto, nele, considerado digno de ter parte na primeira ressurreição.
  • 113.
    Declara que osque permaneceram leais a Deus receberão o reino. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do segundo advento (Lv 16; Nm 14:34; Ez 4:6; Dn 7:9-27; 8:13, 14; 9:24- 27; Hb 1:3; 2:16, 17; 4:14-16; 8:1-5; 9:11-28; 10:19-22; Ap 8:3-5; 11:19; 14:6, 7, 12; 20:12; 22:11, 12).
  • 114.
    O Ministério deCristo no Santuário Celestial 25
  • 115.
    A segunda vindade Cristo é a bendita esperança da igreja, o grande ponto culminante do evangelho. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal.
  • 116.
    Quando Ele voltar,os justos falecidos serão ressuscitados e, juntamente com os justos que estiverem vivos, serão glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da profecia e a condição atual do mundo indicam que a vinda de Cristo está próxima.
  • 117.
    O tempo exatodesse acontecimento não foi revelado, e somos portanto exortados a estar preparados em todo o tempo (Mt 24; Mc 13; Lc 21; Jo 14:1-3; At 1:9-11; 1Co 15:51-54; 1Ts 4:13-18; 5:1-6; 2Ts 1:7-10; 2:8; 2Tm 3:1-5; Tt 2:13; Hb 9:28; Ap 1:7; 14:14-20; 19:11-21).
  • 118.
  • 119.
    O salário dopecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas.
  • 120.
    Quando Cristo, queé a nossa vida, se manifestar, os justos ressuscitados e os justos vivos serão glorificados e arrebatados para o encontro de seu Senhor.
  • 121.
    A segunda ressurreição, aressurreição dos ímpios, ocorrerá mil anos mais tarde (Jó 19:25-27; Sl 146:3, 4; Ec 9:5, 6, 10; Dn 12:2, 13; Is 25:8; Jo 5:28, 29; 11:11-14; Rm 6:23; 16; 1Co 15:51-54; Cl 3:4; 1Ts 4:13-17; 1Tm 6:15; Ap 20:1-10).
  • 122.
    O Milênio eo Fim do Pecado 27
  • 123.
    O milênio éo reinado de mil anos de Cristo com seus santos no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreição. Durante esse tempo serão julgados os ímpios mortos. A Terra estará completamente desolada, sem seres humanos vivos, mas ocupada por Satanás e seus anjos.
  • 124.
    No fim desseperíodo, Cristo com seus santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas fogo de Deus os consumirá e purificará a terra.
  • 125.
    O universo ficaráassim eternamente livre do pecado e dos pecadores (Jr 4:23-26; Ez 28:18, 19; Ml 4:1; 1Co 6:2, 3; Ap 20; 21:1-5).
  • 126.
  • 127.
    Na Nova Terra,em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria e aprendizado eternos, em sua presença. Aqui o próprio Deus habitará com seu povo, e o sofrimento e a morte deixarão de existir
  • 128.
    O grande conflitoestará terminado e não mais haverá pecado. Todas as coisas, animadas e inanimadas, declararão que Deus é amor; e Ele reinará para todo o sempre. Amém! (Is 35; 65:17-25; Mt 5:5; 2Pe 3:13; Ap 11:15; 21:1-7; 22:1-5).