Hugo Pires

Nome: Hugo Pires

Número: 25

Posição: ala e ponta de lança

Vida Coxeana: Setembro de 2011 – ?

Notas de Relevo: Contratação bombástica em 2011/12

Data de nascimento: 17/01/87

Naturalidade: Valpaços

Altura: 1,70m

Peso: 67 kgs

Olhos: esverdeados

Cabelo: preto

Passatempos: Séries, Filmes, Desporto, Poker, Noite

Estatísticas totais

32 jogos (25 oficiais)

36 golos (13 oficiais)

14 assistências (5 oficiais – apenas desde a época 2010/11)

6 vezes MVP (apenas desde a época 2010/11)

Campeão de CS/CC em 2011/2

Finalista da I Gambotaça em 2012/3

Finalista do I GP Moisés Martins 2013/4

3º Lugar no II GP Moisés Martins 2014/5

3º Lugar no III GP Moisés Martins 2015/6

2º Lugar no IV GP Moisés Martins 2016/7

Prémios individuais (apenas desde a época 2009/10)

Melhor marcador em 2011/12 (14 golos)

Jogador com melhor média em 2011/12 (16,3)

Bola de Ouro Coxeana em 2011/12

Melhor marcador em 2014/15 (5 golos)

Melhor marcador em 2015/6 (10 golos)

Rei das assistências em 2015/6 (5 assistências)

Jogador com melhor média em 2015/6 (14,7 valores)

Bola de Ouro Coxeana em 2015/6

Descrição técnica (actualizado em 2014)

Depois de toda uma vida a jogar pelos poderosos Atoladinhos, Hugo “Bola de Fogo” Pires assinou finalmente contrato com a turma coxeana em 2011/12, depois de um defeso atribulado e em que não faltaram notícias de escândalos com prostitutas e fotos com homens nus. O presidente atoladinho não quis, e o Valpaços (a sua segunda casa) torceu o nariz, mas Pires acabou mesmo por assinar contrato com a equipa que o apadrinhou na sua chegada à Universidade do Minho, na distante época de 2007/8.

Pires é um avançado pouco pujante, mas rápido como uma flecha. Joga rente ao chão, ao estilo de Ribéry ou Sebastian Deisler, e é muito difícil de travar quando vai embalado. A isto, Pires acrescenta também um notável jogo colectivo: apesar de ser extremo por vocação, sabe distribuir quando joga pelo meio e com a ele a bola não “chora”. Passa, distribui e remata com simplicidade. Aliás, quando jogou contra Os Coxos foi sempre um dos “atolados” mais difíceis de parar.

(+) Velocidade e drible rápido pela linha; capacidade de penetração; capacidade de jogo colectivo, mesmo em alta velocidade; raça em prol da equipa;

(-) Pouca capacidade física no jogo de ombro;

Descrição autobiográfica (actualizado em 2014)

O meu sonho de criança era ser jogador de futebol. A verdade é que em puto até tinha bastante talento, mas não consegui evoluir o suficiente e acabei por tornar-me em mais um jogador banal. No entanto, é com satisfação que represento Os Coxos. Era um sonho antigo, digo isto mesmo de coração, e este ingresso nesta equipa foi uma grande motivação para o regresso a Braga.

Para além d’ Os Coxos, gosto muito de mulheres. Mas não de todas…as gordas podem esquecer! Em tempos gostava delas pacatas, fofinhas e simpáticas, hoje prefiro-as boas, putéfias e  badalhocas.

Se leram o texto até aqui já perceberam pela minha pronúncia que sou transmontano. Tenho orgulho na minha região, a malta mais fixe do país é de Trás-os-Montes: gente humilde, verdadeira e com bigode. Eu não tenho um grande bigode mas tenho bom coração, sou inteligente, simpático, carinhoso e principalmente modesto. No fundo considero que dentro das pessoas normais que há no mundo (nas quais não estão incluídas freiras, padres, e carpinteiros) eu sou uma das melhores. Nunca gastei dinheiro em tabaco.

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